Serviços

Organizamos o roteiro desejado, providenciando:
Traslado até o local (ida e volta).
Informações sobre o local.
Levantamento de preços e horários disponíveis.
Tours fotográficos por ruas, prédios históricos, praias, cidades próximas, feiras e áreas de interesses.
Passeios individuais ou com grupos.
Envie-nos um e-mail e verifique a disponibilidade. waltsonraylan@globo.com




Mostrando postagens com marcador Mitos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mitos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de maio de 2008

Museu da Cidade e Orixás

Instalado em um casarão do pelourinho, expõe objetos que pertenceram ao poeta Castro Alves, bem como uma reconstituição dos trajes e utensílios característicos dos orixás.

Além dos orixás, compõem a exposição atabaques doados pelo terreiro do Gantois e duas baianas - uma de origem da Irmandade dos Pretos, enfatizando o culto afro-religioso, e outra representando a baiana de acarajé, um dos maiores símbolos da cultura da Bahia.
Os horários de visitação são os habituais da casa, sendo de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas e o ingresso é R$1, exceto às quintas-feiras que tem entrada franca.
Uma realização da FGM, Orixás da Bahia tem coordenação e execução de Edvaldo Araújo, alabê do Terreiro Ilê Axé Iyá Nassô Oká (Casa Branca). Ele pesquisou cores, tecidos, adereços e acessórios usados por cada divindade do culto afro, segundo a tradição ketu. "Tudo é autêntico", assegura Edvaldo que, em 2001, criou o grupo Ilê Fun Fun para preservar os ritos, toques, danças e cantos sagrados dos filhos desta linhagem do candomblé.

Os Orixás
Exú
- Calça vermelha e preta com detalhes dourados, jaleco preto trabalhado com detalhes vermelhos e dourados. Chapéu panamá preto, com colares de semente nas cores preta e vermelha. Na mão um faló em madeira.
Ogum - Vestimenta em azul marinho e prata, capacete, espada e bracelete no metal branco.
Oxóssi - Roupa azul com dourado com chapéu de couro com penacho.
Oxumaré - Está na sua forma tradicional com roupa feita de couro de cobra, saia em detalhes de couro de cobra, chapéu em formato de cobra, argolas nos braços enroladas como cobra. Pano nas costas simbolizando o arco-íris.
Obaluaê - Também está em sua forma tradicional no tecido calamasso todo coberto de palha.
Xangô - Roupa de veludos branco e vinho, toda bordada com búzios. Coroa cor de cobre.
Oxum - Vestida em amarelo com adereços: corrente com peixe em metal amarelo; na mão um âbebê (espada) em metal amarelo.
Iemanjá - Toda vestida na cor azul com coroa de metal branco e ofange de metal branco.
Iansã - Veste roupa vermelha com duas correntes na cor cobre. Dois ibôs (chifres), espada (âbebê), coroa, orukerê (espanador) na cor cobre.
Obá - Vestimentas rosa com coroa e escudo cobre.
Ewá - Saia na cor de palha escura. Usa uma flecha na mão e, na cabeça, uma coroa na cor cobre.
Nanã - Vestimenta na cor lilás trabalhada com palha da costa. Usa coroa (adê) de palha da costa e contas.
Oxalufã - Todo vestido em murin (tecido branco) com detalhes de renda branca. Na mão, usa um opachorô e braceletes brancos.
Oxaguian - Pano branco com prata. Usa um escudo, espada, capacete em metal branco.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Mitos

MITOS MAIS COMUNS

O Terreiro de Jesus era um local onde existiam vários terreiros de candomblé

Não. Nascidos da concepção de projeto da Companhia de Jesus, ordem religiosa católica fundada por Inácio de Loyola, em 1540, os terreiros eram, inicialmente, os espaços que ficavam na frente dos colégios dos Jesuítas, como área para lazer dos estudantes.
A Bahia tem como exemplos o Terreiro de Jesus, a Vila de Abrantes, Belém de Cachoeira e o Arraial de Trancoso.

A cidade nasceu com o nome de São Salvador

Desde 1549, com a chegada de Tomé de Souza, primeiro governador geral, a cidade já foi designada a chamar-se Salvador.

Aquela igreja tem apenas uma torre porque a outra foi derrubada durante a invasão holandesa

Não existem relatos sobre ataque holandês derrubando torres de igrejas. Seja por falta de recursos ou conforme traçado no projeto inicial, muitos templos ficaram apenas com uma torre.

Existem várias igrejas que foram construídos com óleo de baleia.

Muitos prédios – fortalezas e igrejas – do período colonial, durante os séculos XVII e XVIII, foram erguidos a partir da taxação governamental do comércio do óleo de baleia – que existia em grande quantidade em toda a orla marítima de Salvador – e não com o óleo propriamente dito como elemento que se mistura à argamassa.
O óleo de baleia era utilizado como combustível para iluminação de casas e ruas e foi exportado para a Europa e a América do Norte.

Nesta sala do Convento do Carmo foi assinada a rendição dos holandeses

O armistício foi assinado no Convento do Carmo, mas em outra construção, diferente da que se encontra hoje, atual Hotel Convento do Carmo. Portanto, a sala não existe mais.

O Dique do Tororó foi obra dos holandeses durante a invasão de 1624

Para evitar a invasão da resistência de Salvador, que queria retomar a cidade ocupada, os holandeses fecharam o Rio das Tripas, a vala da cidade, alagando toda a região, na altura do que é hoje a Igreja de Santana até a Barroquinha.
Esse que é o dique feito pelos holandeses, não é o Dique do Tororó.

O Morro do Conselho, no Rio Vermelho, tem esse nome porque a resistência da cidade se reuniu ali para deliberar durante a invasão holandesa.

O Morro do Conselho tem este nome porque era do Conselho Municipal, no sentido de entidade governamental.

Os fortes de Itaparica e de Santo Antonio Além do Carmo são obras dos holandeses

O Forte de Itaparica foi iniciado pelo holandês Albert Schouten, que sucedeu o general Johan Van Dorth, morto pela resistência, durante a invasão holandesa, mas não foi concluído por ele. Foram 11 meses de ocupação sob guerra constante, o que impediu a construção de obras na cidade.

Existe um túnel que liga o Convento do Carmo ao Mercado Modelo. Também do Museu de Arte Sacra ao Mercado. E, quando perceberam que iam perder a guerra, os holandeses enterram potes de ouro nos túneis

Não há registro de túneis subterrâneos na cidade. Existe, sim, uma rede de esgotamento pluvial. No Museu de Arte Sacra, por exemplo, está o sistema que envolve as áreas do Dois de Julho, do Sodré, do Areal de Baixo, do Areal de Cima e do São Pedro.

O Altar-mor da Catedral Basílica é todo feito de ouro

A Catedral Basílica, antiga capela do Colégio dos Jesuítas, não possui detalhes em ouro.
A igreja da Ordem Primeira de São Francisco, que fica em frente à Catedral, é revestida, sim, de ouro.

Fonte: www.cidteixeira.com

terça-feira, 6 de maio de 2008

Baianês

Dicionário Baianês

O vocabulário do Nordeste é marcado, principalmente, pelo bom humor. Muitas palavras consideradas erradas (como 'fruita' ou 'avoar') existem, na verdade, desde os tempos do início da colonização do Brasil. 'No sertão, onde houve menos contato com as novidades que chegavam ao litoral, o português clássico ficou mais preservado', explica. Outra curiosidade é o fato de que todos os povos que passaram pelo Nordeste em algum período da História, de franceses a ingleses, deixaram marcas no vocabulário. Em alguns Estados, até hoje se usa 'brote' para pãozinho ou biscoito - herança direta do 'brood' holandês, que quer dizer pão. E mais: muitas expressões usadas no Sul e no Sudeste do país com determinada acepção surgiram no Nordeste - com significados opostos. É o caso de 'o cão chupando manga'. 'Em São Paulo o pessoal diz isso para descrever uma mulher muito feia. Mas no Nordeste o termo é usado para uma pessoa que sabe muito e é muito boa em alguma atividade.

Algumas expressões usadas na Bahia.

A facão - Algo feito na marra (ver também na mão grande)
A migué - À vontade, de forma esculhambada
A pulso - À força
À toa - Parado (que cê tá fazendo aí à toa?)
Abestalhado/bestalhado - Bobo
Abilolado - Maluco; abobalhado
Abusar- Perturbar, encher o saco (mainha, manda Cecilia parar de me abusar!)
Água-dura - Cachaça
Apreçar - Procurar saber o preço
Arrastar asa - Dar bola, estar a fim de alguém
Arrochado - Metido a valente; roubado
Arrodear - Dar a volta (arrodear o quarteirão)
Assuntar- Prestar atenção
Atirado- Ousado; que se mete sem ser chamado
Ave Maria! - Interjeição pra qualquer situação
Avexado - Apressado
Avoado - Desligado
Azuado - Perturbado BABA - Racha, pelada
Barão- Gente rica, milionário
Bater a caçuleta - Morrer
Bestagem - Bobagem, BOIADO - Cansado
Bora? - Vamos? (bora brincar?)
Botar gosto ruim- Melar, atrapalhar um negócio; perturbar; colocar defeito
Botar pilha - Botar fogo, estimular briga BULIR - Mexer, tocar (não bula aí, menino!)
Buzú - Ônibus
Cabeça de arromba navio- Cabeça grande
Cacetinho- Pão de sal pequeno (50 g).
Cair matando - Comer tudo; não deixar falar; dar porrada
Caixão e vela- Morreu aí, não há mais o que fazer; dançar em alguma coisa
Capote- Casaco de frio
Carne de pescoço - Pessoa difícil de tratar; teimoso
Carteira- Mesa de trabalho
Certa feita- Uma vez (certa feita eu ia passando por ali e...)
Chamar Hugo - Estar vomitando por estar embriagado
Chegue- Vem cá (chegue, meu nego, cheque)
Chegue à frente - Entre, participe da conversa
Cheiro de nove-horas - Cheio de complicação, enrolado COBERTA - Lençol
Comer água - Beber muita bebida alcoólica
Comer com farinha - Fazer algo facilmente (isso aí é mole, eu como com farinha)
Couro comeu- Houve briga (aí o couro comeu!)
Cuspido e escarrado - Idêntico muito parecido
Dar um amasso - Dar um arrocho, tirar um sarro
De botuca - Olhando, corujando (tô aqui só de botuca)
De hoje a oito- Semana que vem
De jeito e qualidade - De forma alguma
Emborcar - Virar de cabeça ou de boca pra baixo
Empata-foda - Pessoa inconveniente, que aparece na hora errada
Encafifar - Ficar intrigado; ficar surpreso e na sua; ficar recolhido
Enfastiado- De saco cheio, desanimado
Falar mais que a nêga do leite - Falar muito
Farda - Uniforme escolar
Fichinha - Coisa fácil; pessoa inexperiente ou fraca em alguma coisa
Filar aula - Matar aula
Fim-de-linha - Ponto final; área nas cercanias do ponto final do ônibus
Galera do mal - A turma, a patota
Garapa - Qualquer refresco muito doce
Gás - Querosene
Gastura - Nervoso (quando o giz escorrega no quadro: "não faz assim, me dá a maior gastura")
Geladinho - Sorvete no saquinho
Inhaca- Cheio ruim do sovaco
Lambisgóia - Mulher magrinha e sem graça
Lascar - Rasgar
Lenhado - Em má situação, em mau estado
Leseira - Preguiça
Mangar - Gozar (você tá mangando de mim?)
Morreu aí - Fim de papo
Motô - Motorista de ônibus
Na pindaíba- Na pior; sem grana
Na pipoca - Brincar o carnaval sem ser em bloco
Na tora - À força, obrigado
Não contar conversa - Não perder tempo
Não tem errada - Não há como errar
Ôxente! - Puxa! Qual é? Que é isso?
Ôxe - Puxa!
Painho/Mainha/Vôinho/Vóinha - Pai / mãe / vô / vó
Passar batido - Passar ligeiro, passar sem notar; entender algo facilmente
Percata - Sandália
Pongar - Pegar carona; embarcar na idéia de alguém; pegar ônibus ou trem em movimento
Queixão - Cara de pau, entrão, bicão
Queixar - Tentar namorar, cantar alguém; pedir alguma coisa na maior cara de pau
Quente-frio - Garrafa térmica
Saído - Aquele que gosta de aparecer, exibido
Salitre - Maresia. Sanitário - Banheiro. Sargaço - Alga marinha.
Se armar - Se dar bem; arranjar uma namorada/namorado.
Se arrombar - Se dar mal.
Se assunte! - Tome vergonha!
Se lenhar - Se dar mal.
Se ligue! - Se oriente se toque preste atenção; seja mais atento!
Se olhe! - Procure seu lugar, me respeite!
Se oriente! - Tome jeito!
Se picar - Se mandar, ir embora.
Segurar no pé - Encher o saco, vigiar, tomar conta. ("Essa mulher vive segurando no meu pé.")Segurar vela - Diz-se de quem acompanha sozinho um casal de namorados.
Sem quê nem pra quê - Sem mais nem menos.
Sinaleira - Sinal de trânsito, semáforo
Socado - Cheio, entupido.
Sombreiro - Sombrinha de praia.
Tá ligado? - Entendeu?; Falou?
Tá na pindaíba - Tá sem grana, tá duro.
Tá um baba - Tá moleza.
Taxiceiro - Taxista
Tirado - Metido.
Tirar o pé de banda - Sair da jogada.
Tô de maresia - Estou sem fazer nada, vagabundeando.
Treta / Treita - Malandragem, safadeza.
Trocar idéias - Conversar.
Truta - Mentira, sacanagem.Uma hora dessa - Qualquer hora.
Vambora / Vãobora - Vamos?
Vara - Baguete, pão mais comprido.
Varapau - Sujeito alto e magro.
Vá te catar! - Vá encher o saco de outro!
Vixe Maria! - Virgem Maria!
Zuada - Barulho.

Evite Gafes

Gafes - O Que não fazer em alguns países

Muitos de nossos hábitos, costumes, gestos, e atitudes têm conotação que poderão deixar você numa baita saia justa no exterior.
Vejam abaixo alguns deles:

Gafes: o que não fazer no Oriente

INDIA· Não pega bem usar roupas justas e muito decotadas, você chamará muito a atenção.
· Pele clara é muito admirada pelos indianos

CHINA
· Jamais recuse a comida que lhe oferecerem é um verdadeiro insulto. Se não conseguir, disfarce, coma um pouco e espalhe o resto pelo prato.

JAPÃO
· Os japoneses sempre cumprimentam as pessoas curvando-se para frente com insistência, demonstram mais respeito.
· Falar alto pega muito mal, gargalhar de uma piada é ainda pior, principalmente para as mulheres.
· É indelicado espirrar diante de outras pessoas
· Toma-se sopa na tigela, sem colher.
· Não se espera receber gorjetas por serviços prestados
· Não elogie demais um japonês, ele irá encarar como falsidade

Gafes: o que não fazer nos EUA e Canadá

ESTADOS UNIDOS· Fumar em recintos fechados é, além de muito indelicado, proibido em vários restaurantes, aeroportos, prédios comerciais e shopping centers. Olhe ao seu redor para ver se existem sinais de "proibido fumar", pergunte à recepcionista de restaurante se o mesmo tem área para fumante .Procure por áreas exclusivas para fumantes em alguns estabelecimentos públicos antes de acender seu cigarro, as multas são pesadas e no mínimo você vai passar pelo vexame de ser convidado a se retirar do recinto, pois o patrulhamento antitabagista é muito severo.
· Não cumprimente alguém com beijinhos e abraços, a não ser que esta pessoa já esteja familiarizada com este hábito brasileiro. Normalmente o americano estende a mão para o cumprimento.
· Sempre que você esbarrar acidentalmente em alguém, diga "excuse me" ou "sorry".
· Nunca esqueça de acrescentar a gorjeta à conta do restaurante, caso você seja atendido por um garçom ou garçonete. A gorjeta é parte forte do salário deles. E ao carregador de malas do hotel ou aeroporto costuma-se dar a gorjeta de US$ 1 por volume.
· Chegue sempre no horário marcado, seja para um jantar, almoço de negócios, reuniões, consultas ou simples encontro informal. Ao reservar uma mesa num restaurante, espera-se que a pessoa chegue com cerca de quinze minutos de antecedência e quem convidou deve ser o primeiro a chegar.
· Evite confusões com autoridades
· É indelicado perguntar quanto uma pessoa ganha ou pesa
· É prudente sempre perguntar como uma pessoa prefere ser chamada, pelo primeiro nome ou sobrenome precedido por Miss, Mrs ou Mr.

CANADÁ· Canadenses não gostam de comparações sobre seu país com os EUA
· Os canadenses também prezam pela pontualidade


Gafes: o que não fazer na Europa

FRANÇA· Jamais use palitos de dente em público.
· É indelicado um homem estar de pé, com as mãos no bolso, conversando com alguém.
· Não se usa chamar alguém pelo primeiro nome em contatos comerciais
· Os franceses sempre lhe tratarão muito melhor se você demonstrar conhecer algumas palavras em francês

INGLATERRA· "Pontualidade Britânica" é verdade, os ingleses são os mais pontuais do mundo. Um trem, por exemplo, parte com horários quebrados, às 8h31
· Ao contrário dos americanos, os ingleses fumam muito, nos bares, hotéis, restaurantes, todo lugar.
· Os ingleses acharão você um verdadeiro bárbaro se o virem molhar o pão no molho que sobrar em seu prato

ITÁLIA· Os italianos comem vários tipos de pratos numa mesma refeição, mas não ache estranho se a salada vier depois do prato principal.
· Como os ingleses, os italianos fumam muito e em todos os lugares.
· Nunca apalpe uma fruta para ver se está madura, você poderá ser xingado.

ALEMANHA· O homem sempre toma a iniciativa do drinque, nunca às mulheres.
· Um homem nunca deve tirar o paletó e arregaçar as mangas, mesmo se estiver muito calor, pode parecer muito desleixado.
· Quando estender a mão para cumprimentar alguém nunca deixe a outra mão no bolso, isso demonstra muita falta de educação.

ESPANHA
· Espanhóis também fumam em toda parte
· Não estranhe se encontrar o comércio fechado após o almoço, os espanhóis costumam fazer a "ciesta" por algumas horas.

Gafes: o que não fazer em outro país

Diferenças culturais, este é o ponto!
Muito cuidado! Você pode não achar estranho se comportar normalmente durante uma viagem ao exterior. Para nós, brasileiros, pode parecer que tudo está normal, mas aos olhos de estrangeiros pode virar grosseria.
Viagem ao exterior a trabalho, turismo ou estudos será sempre motivo de análise quanto ao comportamento adequado a cada lugar por onde você passar.
Se você optar por se hospedar numa homestay (casa de família), mais profunda deverá ser a avaliação pessoal em conhecer um pouco mais sobre a cultura local, para que você não só evite cometer gafes quanto se surpreenda com a atitude deles.
O brasileiro é conhecido por ser um povo caloroso, amigável, divertido, mas também por achar que pode tudo em qualquer lugar do mundo. Aquele "jeitinho brasileiro" pode ser considerado um grande insulto e demonstração de falta de educação lá fora. Falar alto em público, andar em grupo pelas ruas às gargalhadas, fotografar pessoas, cumprimentar as pessoas com beijinhos e abraços, chegar atrasado, fazer certos sinais com as mãos, infringir leis de trânsito e fumar em recintos fechados são alguns detalhes que poderão criar situações extremamente embaraçosas para você. Usar um minúsculo biquíni brasileiro pode chamar muito a atenção, mesmo nos países europeus onde o topless é algo visto com muita naturalidade.
Como evitar? Primeiro observe as atitudes das pessoas, na dúvida pergunte para alguém, não se sinta envergonhado, não há nada errado em perguntar. Mas cuidado, lembre-se que uma palavra traduzida ao pé da letra para outro idioma, pode dar um sentido completamente diferente àquilo que você quer expressar. Procure sempre ter consigo um guia turístico do país a ser visitado e pequenos dicionários de bolso, que além de tudo ajudam o turista conhecer as frases mais importantes.
Alguns exemplos a considerarGestos e sinais utilizados com as mãos podem trazer sérios embaraços, pois um mesmo sinal pode significar coisas muito distintas em diferentes países:
Um círculo feito com o polegar e o dedo indicador é algo obsceno para os brasileiros, mas para os americanos significa OK, para os japoneses sinal de dinheiro, para os franceses algo sem valor e para os alemães é o mesmo que xingar alguém de idiota.
Na Tailândia e na Bulgária, os movimentos de sim e não feitos com a cabeça, são invertidos. Na Austrália, o "V" da vitória ou o gesto de "positivo" quer dizer que você está mandando alguém para um lugar muito indevido. Na região da italiana Sardenha, na Turquia e na Grécia, o gesto usado para pedir carona vira um convite sexual. Nos países árabes é grosseiro sentar-se e mostrar a sola dos sapatos, pois é considerada a parte mais suja.