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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Praia Porto da Barra

Em 2007, o site de turismo do jornal inglês The Guardian classificou a praia do Porto da Barra como a terceira melhor do mundo, atrás apenas das Ilhas Cies na Galícia, Espanha, e da praia do Parque Nacional Tayrona, na Colômbia.
Quem frequenta a praia do Porto entende perfeitamente o mérito em questão, afinal a praia é um espaço democrático, onde a diversidade reina sob a luz do sol.
Suas águas – guardadas pelos fortes de Santa Maria e São Diogo – são calmas e convidam os adeptos de um bom banho de mar ou mesmo os praticantes da natação a nelas mergulhar. Sua faixa de areia, apesar de estreita, abriga um número de apaixonados por seus encantos que, ao cair da noite, aplaudem o mais lindo pôr-do-sol da cidade.








Localiza-se no bairro da Barra; limita-se ao sul pela encosta que é formada pela Ladeira da Barra, passando pelo Hospital Espanhol indo até o Farol da Barra, passando pela fortaleza de Santa Maria.
No limite do passeio, em pedras portuguesas, existe uma balaustrada de onde se tem uma excelente vista da Ilha de Itaparica e de onde se pode apreciar o pôr-do-sol - um dos poucos locais do Brasil continental onde o poente ocorre sobre o mar.
Esta enseada termina antes da fortaleza de Santa Maria, a partir da qual as formações rochosas tornam o local inapropriado ao banho.
Existe também um monumento, em forma de cruz, indicando o local do desembarque do primeiro governador-geral do Brasil Tomé de Sousa.
É um dos pontos turísticos da Bahia, com vários hotéis e restaurantes.

terça-feira, 31 de março de 2009

O que o Frommer's indica em Salvador.

Caminhe pelas várias ruas estreitas e largos do Pelourinho, conheça os diversos museus e igrejas do local, descanse em um dos vários bares que dispõem de mesinhas nas ruas, visite as lojinhas de souvenir e termine o passeio apreciando o belíssimo pôr-do-sol na Praça da Sé, aos pés do monumento da Cruz Caída.

O pôr-do-sol no Farol da Barra é outro programa imperdível. Passeie a pé pela praia do Farol e termine o programa apreciando a beleza da Baía de Todos os Santos e da Ilha de Itaparica no entardecer.

O Porto da Barra oferece o melhor banho de mar de Salvador. Águas limpas, mornas e absolutamente tranqüilas, destinadas a quem quer relaxar de verdade. Apesar de encontrar praia cheia nos finais de semana e feriados, o turista não deve deixar de incluir o Porto da Barra no roteiro.

Além de toda orla de Salvador, as praias de Pedra do Sal, Stella Maris e Aleluia oferecem momentos inesquecíveis para o turista. Afastadas do centro da cidade, as praias possuem excelente infra-estrutura de barracas de comida e bebida, piscinas naturais e tranqüilidade aos banhistas.

Quem gosta de caminhar para conhecer melhor o local que visita deve começar um dos passeios em Salvador pela Praça Municipal. De lá, tome o Elevador Lacerda em direção à Cidade Baixa e vá direto para o Mercado Modelo, onde existe o que há de melhor em termos de artesanato típico. Do Mercado, vá caminhando pela avenida Contorno até a Bahia Marina e aprecie a paisagem da Baia de Todos os Santos.










Tome um verdadeiro banho de história e cultura ao chegar no Solar do Unhão. Conheça cada detalhe do complexo arquitetônico que hoje abriga o Museu de Arte Moderna da Bahia, o Parque das Esculturas e um restaurante típico.

Conheça a magia da capoeira, do samba de roda, da dança e do folclore local, através do espetáculo apresentado diariamente (exceto domingos e terças-feiras) pelo Balé Folclórico da Bahia no Tetro Miguel Santana, no coração do Pelourinho. O espetáculo dura pouco mais de 45 minutos e é muito concorrido.

As terças-feiras na cidade de Salvador têm algo a mais. O já movimentado Pelourinho transforma-se num verdadeiro caldeirão cultural e musical e é palco da chamada “Terça da Benção”. Neste dia, a partir das 18 horas, acontece a missa na Igreja de São Francisco e a missa da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos – esta última, uma prova viva do sincretismo religioso presente na Bahia, com mistura do catolicismo e do candomblé. Quando chega a noite, o Pelourinho explode em música: o Olodum faz ensaio semanal numa quadra própria e o projeto Pelourinho Dia & Noite traz inúmeras apresentações nas praças e largos.



Visite a mais tradicional igreja da cidade, a Igreja do Bonfim, e aproveite para comprar as coloridas fitinhas para presentear os amigos. Se preferir, mande benzê-las na própria igreja e, ao amarrá-las no braço, não se esqueça de fazer três pedidos.

Experimente a mais famosa iguaria da rica culinária baiana, o acarajé. Em diversas esquinas da cidade, você vai encontrar uma baiana tipicamente trajada e com seu tabuleiro. Algumas das mais famosas quituteiras da cidade ficam localizadas no bairro boêmio e intelectual do Rio Vermelho, onde é muito bom curtir um final de tarde.

Selecionadas por Equipamentos Turísticos do Guia Frommer´s Salvador

Roteiro Caminho da Vila Velha

Com a escolha do lugar para a construção de Salvador, a primitiva Vila do Pereira, no Porto da Barra, foi perdendo pouco a pouco sua importância.
Mas o Caminho da Vila Velha nunca deixou de ser relevante, especialmente para os pescadores e comerciantes que a utilizavam. A antiga trilha entre o local bom para pescar na praia do Porto da Barra e as fortificadas Portas de Santa Catarina, (atual Praça Castro Alves) é hoje tomada pela avenida Sete de Setembro e seus cinco quilômetros de extensão.
Aberta no inicio do século XX, a avenida uniu várias ruas estreitas de largura padronizada e foi responsável pela derrubada de uma igreja e várias fachadas de prédios civis do poder público. Mesmo assim, ela serviu como vetor de expansão promovida pela colônia inglesa no final do século XIX. Paralelamente a isso, começava a mudar o conceito de moradia em Salvador e a população já procurava novos espaços abertos para construir suas casas. Os ingleses ergueram, então, belas mansões no Corredor da Vitória e projetaram a praça do Campo Grande – além do corredor e do Campo Grande, esta área turística inclui a Praça da Piedade, o Largo de São Pedro, o Largo de São Bento e a Praça Castro Alves, onde ficavam as Portas de Santa Luzia no lado sul da muralha que cercava a cidade nos séculos XVI e XVII.



A Vila Velha, conhecida também como a Vila do Porto da Barra ou Vila do Pereira – uma alusão ao primeiro donatário da Capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho -, surgiu no início do século XVI como um pequeno comércio próximo à única praia com condições naturais para a aproximação de embarcações no espaço da cidade. No Porto da Barra, desembarcaram o capitão Francisco Pereira Coutinho, em 1535, e o fundador de Salvador, Tomé de Souza, em 1549.
A pequena enseada também recebeu os soldados da Companhia das Índias Ocidentais na invasão de 1624, que seguiram pela trilha até a cidade então limitada entre a atual Praça Castro Alves e o Terreiro de Jesus. Fazem parte desta área monumentos como o Forte de Santa Maria, o Forte de São Diogo e a Igreja de Santo Antônio da Barra.

Porto da Barra – Com quase todo o litoral cercado por recifes, a cidade tem no Porto da Barra o único lugar onde é possível o desembarque de pequenas embarcações em segurança. Em forma de uma pequena enseada, o porto foi o lugar escolhido pelo donatário Francisco Pereira Coutinho para fundar a Vila da Capitania da Bahia. A Vila do Pereira, como ficou conhecida, recebia as naus que faziam comércio com os nativos comandados por Diogo Álvares “Caramuru”, na primeira metade do século XVI. Aí também foi o local onde desembarcaram o primeiro Governador-Geral Tomé de Souza, em 1549, e os soldados da Companhia das Índias Ocidentais, os quais invadiram a cidade em 1624. Um marco comemorativo, construído em 1949. Destaca o ligar da chegada de Tomé de Souza.

Forte de Santa Maria – Construído para guarnecer o Porto da Barra contra invasores, cruzando fogos com o Forte de São Diogo, esta fortaleza já existia quando a Companhia das Índias Ocidentais tentou ocupar Salvador pela segunda vez, em 1638. Forte sob invocação feminina em Salvador, tem forma de sete lados, quatro ângulos salientes e três reentrantes, e data do final do século XVIII.

Forte de São Diogo – Cruzando fogos com o Forte de Santa Maria e também com a função de impedir o desembarque de invasores no único porto natural da cidade, a fortificação já existia quando os holandeses invadiram Salvador pela segunda vez. Encravado na base do Outeiro de Santo Antônio, apresenta diariamente um vídeo sobre o Sistema Colonial da Cidade do Salvador e, ao meio-dia, dispara um tiro de canhão como ocorria antigamente.

Igreja de Santo Antônio da Barra – Situada sobre uma colina e com magnifica vista que abrange a Barra e a Baía de Todos os Santos, o templo foi construído entre 1595 e 1600. Sua fachada apresenta um alto frontão clássico de forma triangular e tem duas torres terminadas em pirâmide, revestidas por azulejos.

Igreja de Nossa Senhora da Vitória – Disputa com a Igreja de Nossa Senhora da Graça o título de a primeira construída em Salvador. Foi reedificada em 1666, com fachada voltada para o mar, e totalmente reformada em 1809, quando ocorreu uma inversão nas posições do altar e da entrada do templo. Em 1910, a fachada ganhou a atual decoração.

Corredor da Vitória – Esta bela avenida arborizada era ocupada por belas mansões da sociedade britânica no século XIX – as quais, pouco a pouco, foram substituídas por luxuosos edifícios residenciais a partir de meados do século XX. O Corredor da Vitória, que começa no largo da Igreja de Nossa Senhora da Vitória, possui alguns dos mais importantes museus de Salvador, como o Carlos Costa Pinto e o de Arte da Bahia, de Arte Decorativa e o Museu Geológico.

Museu Carlos Costa Pinto – Seu acervo foi, pacientemente, reunido pelo colecionador baiano Carlos Costa Pinto, na primeira metade do século XX, com aquisições de bens tradicionais de bens de tradicionais famílias da cidade. Os objetos do museu contam aspectos da vida social baiana nos séculos XVII, XIX e XX. A coleção de pratarias é considerada a maior do Brasil. O Museu localiza-se na mansão da família Costa Pinto, que o colecionador não chegou a ver concluída.

Museu de Arte da Bahia – Instalado numa mansão de um grande negociante de escravos do século XIX, o Museu de Arte da Bahia reúne em seu acervo coleções de objetos adquiridos em leilões ou compradas diretamente de espólios de tradicionais famílias baianas. Nele, destacam-se a porta em madeira original de um casarão do Centro Histórico, os painéis de azulejos importados da Europa e a pinacoteca, com obras de mestres da pintura baiana.

Museu Geológico – Este museu é um verdadeiro centro de estudos da geologia do território baiano e apresenta exemplares de rochas minerais e pedras preciosas.

Campo Grande – Esta área foi desmatada no século XVII e nivelada no século XVIII para treinamento militar dos soldados do Forte de São Pedro. Oficialmente chamada de Praça Dois de Julho, o Campo Grande transformou-se num jardim em 1851 e ganhou, no final do século XIX, um monumento central em homenagem à Guerra da Independência da Bahia – o dia 2 de Julho, aliás, é a maior data cívica da Bahia, sendo comemorada com desfiles militares e de entidades educacionais. No Campo Grande, destacam-se, ainda, os edifícios Casa do Arcebispo, de inspiração inglesa do século XIX, o Grande Hotel a Bahia, de meados do século XX e recuperado há poucos anos. Mais adiante esta o Forte de São Pedro, um baluarte da defesa por terra da cidade dos inimigos que desembarcassem no Porto da Barra.








Casa do Arcebispo – A residência de um próspero negociante do século XIX foi adquirida pela Arquidiocese de Salvador para ser a residência do arcebispo primaz do Brasil.

Grande Hotel da Bahia – Erguido em meados do século XX, foi o primeiro grande hotel com concepção moderna da cidade, estando em funcionamento até os dias de hoje.

Teatro Castro Alves – Um dos mais modernos teatros do País, foi construído em 1958 e sofreu um incêndio dias antes de sua inauguração. Sua recuperação foi concluída em 1967; vinte e nove anos depois, o teatro passou por uma reforma completa e ganhou os mais modernos equipamentos cênicos.

Forte de São Pedro – Levantado no início do século XVII no ligar escolhido pelos holandeses para a implantação de uma fortificação, este edifício militar tem forma de polígono quadrangular e possui baluartes nos quatro ângulos desenvolvidos segundo os princípios de Vauban. Tomado pelos brasileiros na Guerra da Independência, em 1822, o forte serviu como quartel general da Revolta da Sabinada, entre 1837 e 1838.

Praça da Piedade – O terreno situado em frente a Igreja de Nossa Senhora da Piedade teve muitos uso desde o século XVIII, quando o templo foi construído. Lugar de manobras militares e de execução de condenados políticos – entre eles as quatro mártires da Inconfidência Baiana, em 1799 -, o Largo da Piedade foi transformado em jardim no final do século XIX e reconstruído cem anos depois em homenagem aos mártires inconfidentes. Na praça, merecem destaque construções como o antigo Palácio do Senado da Província da Bahia , a sede do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o Gabinete Português de Leitura, inspirado no estilo manuelino, a Igreja de São Pedro e o gradil da praça, criado pelo artista plástico Caribé.

Largo do Relógio de São Pedro – A área foi ocupada até o início do século XX pela antiga Igreja de São Pedro, demolida para a abertura da avenida Sete de Setembro em 1912. O Relógio de São Pedro, importado da França, é uma referencia de horário para os que passam pelo local.

Largo de São Bento – No lugar escolhido pelos monges beneditinos que chegaram com Tomé de Souza em 1549, foram erguidos a Igreja de São Sebastião e o Mosteiro de São Bento.

Igreja de São Sebastião e o Mosteiro de São Bento – Este conjunto religioso, um dos mais imponentes da cidade – cujo terreno foi herança deixada pela família de Diogo e Catarina Álvares, o primeiro casal brasileiro, para a Ordem Beneditina -, foi iniciado em 1589 e ainda se encontra inacabado. O mosteiro, em três pavimentos ao redor de um pátio, abriga uma biblioteca com 35 mil volumes e um museu com objetos de ordem.

Praça Castro Alves – A área surgiu do aterro de um grande charco que cercava a cidade e foi erguida pelo fundador Tomé de Souza. Serviu como praça do pelourinho, onde eram castigados os que infringiam a Lei Municipal. No seu centro, localizavam-se as Portas de Santa Luzia, que faziam parte da primeira muralha da cidade. O nome Castro Alves foi dado à praça no início do século XX em homenagem ao “Poeta dos Escravos”, que declamou seus versos no Teatro São João que aí existia. No monumento que ocupa a parte central da praça está a estátua de Castro Alves e uma urna com os seus restos mortais.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Praia do Forte

"Todos os dias, tão logo o sol começa a aparecer, Angelina Rodrigues do Nascimento caminha até a varanda da sua casa para acompanhar o vai-e-vem de turistas que circulam diariamente em Praia do Forte, vilarejo distante 55 quilômetros de Salvador e que pertence ao município de Mata de São João.
Ao longo dos seus 85 anos, a professora aposentada assistiu da varanda à transformação da antiga vila de pescadores em um dos destinos turísticos mais famosos do País.

Do humilde povoado, de chão de terra batida e casebres de palha, onde nasceu e passou toda a vida, só restam as lembranças do sabor da carne de baleia – que comeu pela última vez quando tinha nove anos – e das Festas de Reis, guardadas em sua prodigiosa memória.
Desde então, muita coisa mudou no vilarejo, que atualmente reúne uma população fixa de dois mil habitantes e recebe cerca de 800 mil visitantes por ano. Após viver longo período parado no tempo, o povoado foi apresentado ao mundo no começo dos anos 70. No lugar das casas de palha, foram surgindo bares, restaurantes, cafés e lojas de grife.
Aos poucos, a vila ganhou ares de modernidade e passou a atrair empreendedores de várias partes do mundo. Dois mil leitos, em pousadas e hotéis, e mais de 270 negócios foram erguidos. O lugar cresceu, sofisticou-se e estimulou centenas de pessoas a trocarem a vida urbana pela tranqüilidade do litoral sem abrir mão do conforto. E bote conforto nisso. Praia do Forte reúne hoje o que há de melhor em lazer".


por Ronaldo Jacobina
Rejane Carneiro Ag. A TARDE

Todos já sabem que Praia do Forte é um destino muito procurado pelos turistas nacionais e internacionais, que quando chegam á esse pedaço de paraíso se deparam com uma realidade.
É fato que, muitos chegam até aqui, apenas com a intenção de desfrutar de férias maravilhosas e acabam optando por fixar residência neste local pela qualidade de vida e tranqüilidade.




Além dos benefícios de se viver em um local privilegiado, a opção de negócios imobiliários é imensa.
Como esse destino atrai muitos estrangeiros e o mercado imobiliário brasileiro está em ascensão, investir na Praia do Forte é muito lucrativo.
Mas não são apenas os residentes fixos, que agitam o mercado imobiliário de Praia do Forte. Geraldo Marques trabalha há quatro anos com imóveis no local e segundo a sua estimativa, 75% são locados para veraneio para um público diferenciado de Salvador. “Como Praia do Forte é considerada um shopping a céu aberto e Vilas, Flamengo e Stella Mares se tornaram áreas residenciais, a demanda aumentou por aqui”.Segundo Marques, a tendência é de crescimento no setor imobiliário local, pois Guarajuba vai se tornar uma área residencial e Praia do Forte nunca vai perder o encanto de veraneio. “Além disso, a demanda por aluguéis temporários é alta, conhecer o Projeto Tamar e a vila dos pescadores faz parte do roteiro de Salvador”, diz.

As belas praias são delimitadas por coqueirais e famosas por suas piscinas naturais.
As mais freqüentadas são as do “Lord” e “Papa-Gente”, que ficam repletas de peixes nas suas águas cristalinas, que podem ser facilmente visualizados com a máscara de mergulho snorkelling.

O que fazer na Praia do Forte?

A Praia do Forte tem muito sol o ano inteiro, praias maravilhosas com piscinas naturais, florestas, lagoas, dunas e um imenso coqueiral.
Para desfrutar dos diversos passeios e atrativos turísticos, você deve permanecer na Praia do Forte no mínimo cinco dias.

Surf
Praia do Forte é um local perfeito para a prática do surf, tanto é que foi sede este ano, no mês de junho, de um dos maiores campeonatos mundiais, o Billabong Surf Eco Festival.
A praia é formada por fundo de recife de coral.

Quadriciclo
O passeio de quadriciclo pela Reserva Ecológica da Sapiranga é muito procurado pelos turistas, pois além do gostinho de aventura que esse passeio proporciona, desperta o prazer de estar em contato totalmente com a natureza.
A Reserva da Sapiranga é formada pela Mata Atlântica e habitat natural de diferentes espécies de flores e plantas nativas.

Passeio de cavalo
O passeio de cavalo vem atraindo cada vez mais os turistas, não só os brasileiros quanto aos estrangeiros. Eles têm a opção de fazer o trajeto da praia ou da Reserva Ecológica da Sapiranga, onde poderão apreciar um magnífico banho de cachoeira, no encontro no rio Pojuca com o mar.

Bicicleta
Para os amantes do ciclismo, uma excelente opção de trilha na Reserva da Sapiranga, é a da Corredeira, que dá acesso ás corredeiras do Rio Pojuca e a outra é o percurso até o Castelo Garcia D'Ávila. Já para os que querem se refrescar em águas limpas e calmas, a trilha que vai até a Lagoa Açu é outra opção excelente.

Bóia-Cross
Para os amantes de esportes mais radicais, o rio Pojuca que forma um cenário belíssimo, oferece atividades mais radicais como bóia-cross e tirolesa.
Os passeios de barco partem da foz do Pojuca e seguem rio acima até as corredeiras, onde os mais arrojados poderão se aventurar com as bóias. Nessas corredeiras, pode-se também tomar banho e desfrutar de uma hidromassagem natural.

Tirolesa
Para quem gosta de altura, que tal arriscar a tirolesa? O corpo suspenso no ar e toda beleza natural ao seu inteiro dispor. Aquele “friozinho” na barriga, aquela “adrenalina” que vai sentir quando estiver praticamente deslizando, vai dar a sensação de que o limite, entre o seu corpo e a natureza, é a imensidão do universo!

Vôo Parasail
O vôo começa com a lancha em movimento, saindo de uma plataforma especial para isso, e dura cerca de 10 min. Pode-se chegar a uma altura de 60 m, desfrutando de uma linda vista panorâmica de Praia do Forte.
O retorno à lancha é feito de forma gradual, através de um sistema hidráulico.


Entre as principais atrações próximas da Praia do Forte, vale a pena conhecer as praias de Itacimirim que começam numa enseada e são belíssimas e Guarajuba, que possui uma variedade de praias que agradam tanto a adultos quanto crianças, por suas piscinas naturais e banho em águas calmas e limpas.
Imbassaí e Santo Antonio merecem ser visitados por seus cordões de dunas e a linha de coqueiral paralela ao mar e pela grande variedade de artesanato na vila de Santo Antonio, caracterizado pelos artigos de palha trançada. Já Diogo, que fica localizado á cinco quilômetros de Imbassaí, é um recanto de vários artistas e se destaca pela sua gastronomia.




A Costa do Sauípe é um local de muito interesse dos turistas, pois é um mega empreendimento composto por hotéis de luxo e pousadas temáticas. Possui uma infra-estrutura completa, com campos de golfe, quadra de tênis, squash, campo de futebol, centro eqüestre, discoteca, piscina de água mineral e salão de jogos.
Para os que estão hospedados na Praia do Forte, a dica é comprar o convite e passar o dia no resort.
Para quem está disposto á ir um pouco mais longe, Mangue Seco é uma atração imperdível, pois abriga diversos ecossistemas litorâneos tais como dunas, restinga, foz, manguezais e praias. As imensas dunas vêm cobrindo coqueiros, casas e até ruas. Foi cenário da novela da Rede Globo nos anos 80, “Tieta do Agreste”.

Entre as atividades culturais e folclóricas da Praia do Forte está á animada roda de capoeira.
Os nativos dão um verdadeiro show de artes marciais, chamando a atenção de todos que por eles passam e também, como partes das manifestações folclóricas da Bahia estão o samba-de-roda e maculelê.
Mas, ainda mais peculiar, as Caretas de Praia do Forte, agitam os meses de fevereiro a abril e mostram realmente o que é uma manifestação cultural. A lenda diz que é uma herança do período da escravidão, onde os homens, tanto adultos quanto crianças, vestem o corpo de folhagens, usam máscaras com caras de animais e sinos nos pés.
Os caretas acompanham o bloco das “Tabaroas”, as mulheres se vestem de trajes caipiras e extravagantes e abusam na maquiagem. Tudo isso para evidenciar os trajes inadequados e destoados e contribuir ainda mais, para o ar folclórico de Praia do Forte.

A História da antiga vila dos pescadores de Praia do Forte.

É possível que a formação da vila tenha começado em torno do Forte, que foi construído para proteger o porto.
Com a função de armazenar mercadorias que chegavam pelo mar e que seriam enviadas para Salvador, esse Forte não era avistado pela Casa da Torre de Garcia D´Ávila.
Muitas famílias começaram a chegar à região, com a chegada de mudas de coco, cabendo aos homens o plantio e á colheita. Muitos desses homens tornaram-se marinheiros, atravessando pessoas e mercadorias no rio Pojuca e outros, tornaram-se pescadores.
Esses, por sua vez, começaram a construir habitações primitivas próximas ao Forte, dando origem à vila.
As suas características iniciais eram completamente diferentes da realidade de hoje, embora existam algumas construções que foram modernizadas ao longo do tempo, com estrutura de tijolos e telhas cerâmicas.

Castelo Garcia D´Ávila
Uma das belezas que podem ser contempladas na Praia do Forte é o Castelo Garcia D'Ávila, considerado a primeira edificação portuguesa de arquitetura residencial militar no Brasil.
Representado hoje por suas ruínas, apresenta características medievais, sendo a única construção do gênero em toda a América. Foi abandonado em 1835 e, em meados do século XIX já se apresentava em ruínas.

A vida noturna de Praia do Forte é repleta de muita alegria, música e gente bonita circulando pelos bares, que normalmente ficam abertos até de madrugada.
O "Las Margaritas" é uma excelente opção, pois além de música ao vivo, oferece deliciosos coquetéis exóticos, entre os petiscos mexicanos.
O Beach House com o seu estilo rústico, agrada não só aos turistas brasileiros, como também aos estrangeiros. Oferece um som eclético, que vai desde Música Popular Brasileira à Rock internacional.
Já o Bambu, atrai os clientes pelo seu estilo bem brasileiro, com muitas opções de coquetéis e petiscos,no final da noite, se torna o ponto de encontro dos músicos da Praia do Forte.
Para finalizar a noite, o Bar Souza está a seu dispor. Com bandas nos finais de semana, o agito só termina às cinco horas da manhã. É um ambiente agradável, que acolhe desde os nativos, brasileiros e estrangeiros. A troca de cultura é intensa e todos se divertem com o repertório brasileiro baiano.
Para os que não gostam muito de agito, a opção é sair para um passeio noturno, principalmente nos dias de lua cheia. Praia do Forte oferece noites muito agradáveis, com uma leve brisa que parece estar acariciando a sua pele. Nos dias de lua cheia, não deixe de ir até a praia para ver a lua nascer. É magnífico!

A charmosa vila dos pescadores é um local excelente para compras, pois está repleta de lojas que vendem desde produtos típicos da Bahia, como artesanato para decoração, até roupas que agradam a todos os gostos. Lojas de maiôs e biquínis de qualidade, roupas despojadas para um ambiente mais praiano até roupas mais sofisticadas, tudo isso pode ser encontrado aqui, por um preço acessível.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ilha de Itaparica

É a maior ilha da Baía de Todos os Santos e um dos referenciais turísticos do Estado.
Possui um potencial extraordinário de recursos naturais, guardando recantos de grande beleza natural, situados em lugares bucólicos, de extrema beleza. Possui também seus dotes da terra, como sua água mineral, com características hipotermal e radioativa.
Passou a ser considerada Estância Hidromineral em 1937.
Na parte voltada para o oceano, apresenta uma cadeia de recifes, numa extensão de 15 km, formando piscinas naturais, ótimas para banho.
A ilha foi emancipada de salvador em 8 de agosto de 1833 e elevada à cidade em 30 de julho de 1962. Depois foi desmembrada, passando a ter dois municípios: Itaparica e Vera Cruz. Itaparica fica com os povoados de Porto Santo, Manguinhos, Amoreiras e Ponta de Areia.
Vera Cruz fica com os povoados da Penha, Barra do Gil, Coroa, Barra do Pote, Conceição, Barra Grande, Tairu, Aratuba, Berlinque e Cacha Prego, além da sede do município, Mar Grande.

Além da importância histórica e singularidade geográfica, a Ilha de Itaparica possui um conjunto histórico e arquitetônico dos mais aprazíveis, praias de águas mornas, folclore diversificado, artesanato próprio e culinária das mais apreciadas em todo o Brasil.
Os registros históricos sobre a ilha são riquíssimos, destacando-se a vinda, em 1510, do navegador português Diogo Álvaro Correia, o “Caramuru” que, enamorado da princesa tupinambá “Paraguaçu”, filha do cacique Taparica, desposou-a, fundamentando, a partir desta união, a junção das raças européia e indígena, formando então a primeira família genuinamente brasileira.
Os afamados estaleiros da Ilha de Itaparica eram também empório de construções navais da colônia: ali se armou à primeira quilha da Marinha de Guerra no Brasil.
Nesta época também existiam 5 destilarias de aguardente, além das fábricas de cal (nove, em meados do século XIX). Porém, a maior atividade econômica da Ilha foi à pesca da baleia, sobretudo durante os séculos XVII e XVIII, por este fato, antes de chamar-se de Itaparica era conhecida como Arraial da Ponta das Baleias.










A ilha de Itaparica está localizada a 13 km (via Ferry-boat) de Salvador e é a maior das 56 ilhas da Baía de Todos os Santos.

A ilha possui mais de 40 km de praias, com abundante vegetação tropical, onde predominam exuberantes coqueirais e muita história para contar, tendo defronte a cidade de Salvador, ao longe, separada pela Baía de Todos os Santos. “A ilha”, como é carinhosamente chamada pelos seus moradores, veranistas e turistas, tem 246 km² e 55,000 habitantes distribuídos em dois municípios: Itaparica, onde se localiza a única fonte de água hidromineral a beira mar das Américas, Vera Cruz, que se dá o luxo de ter a sede com outro nome, assim: Vera Cruz, capital: Mar Grande.
Entre Itaparica, sede do município e Cacha Pregos, pontos extremos da costa da ilha, existem praias belíssimas com ótimas condições para banho e segurança.
Uma linha de recifes lhe serve de quebra mar, diminuindo a força das ondas e formando um viveiro natural de polvos, lagostas e outros mariscos. A maioria destas praias tem águas rasas, mansas e mornas.
A ilha dispõe e oferecem serviços de qualidade em todos os níveis – restaurantes com deliciosos frutos do mar, passeios de barco, pára-quedismo e uma infinidade de opções de entretenimentos.

Atrativos

Praça dos VeranistasHomenagem do prefeito José Viana Sampaio aos veranistas. Está situada na antiga Praia do Convento, próxima ao Grande Hotel de Itaparica.


Forte de São LourençoA Fortaleza de São Lourenço fica no extremo norte da Ilha, em um local conhecido antigamente como Ponta da Baleia. Construída pelos portugueses no começo do século XVIII, ela impedia o desembarque de inimigos no único porto natural da Ilha, além de proteger e abrigar as embarcações que abasteciam a cidade através do Recôncavo ou da Barra do Jaguaripe.
Dica: aproveite para andar a pé no Centro Histórico, que tem ruas amplas e arborizadas.
Localização: Centro - Itaparica







Casarão Solar do ReiEm 1606, o português João Francisco de Oliveira constrói a Casa do Contrato das Baleias, no mesmo local onde hoje está o Casarão Solar do Rei, edificado em 1957.
No Contrato das Baleias, centenas de operários, a maioria escravos vindos da África, faziam óleo com a gordura dos cetáceos e moqueavam a carne da baleia para vender e para consumo dos escravos.
Em 1808, em visita à Ilha, o Rei D. João VI, hospedou-se nesse mesmo casarão, que apenas começava a entrar para a história. Em 1826 foi à vez do Príncipe D. Pedro I se hospedar, e em 1859 o Príncipe D. Pedro II. Hoje, no casarão, está instalada a sede da Secretaria de Turismo de Itaparica.

Igreja Nossa Senhora da PiedadeConstruída em 1854, para ela se voltaram todas as preces das mães aflitas e toda a esperança daqueles pescadores humildes que foram prenomes na nossa liberdade.
Nossa Senhora da Piedade é a Padroeira de Itaparica.
Localização: Praça da Piedade – Itaparica

Casarão Tenente João das Botas (Centro de Artesanato)
Foi construído em 1630 e está localizado na Praça da antiga Trincheira, atualmente conhecida como Praça da Quitanda. O nome dado atualmente, Tenente João das Botas, refere-se à figura de destaque na Batalha do Funil contra os portugueses e abriga, no térreo, o Centro de Artesanato que oferece legítimo artesanato de búzios e conchas da Ilha.

Praça da QuitandaLocal onde os nativos exerciam a sua atividade comercial. Revendiam peixes, frutas, verduras e objetos de pesca. Teve destaque nas lutas da independência de Itaparica, quando defendiam e impediam os desembarques na praia dos invasores portugueses, ficando na história gravado como Trincheira da Quitanda.
Hoje a praça é rodeada de bares, restaurantes e lanchonetes e abriga o Centro de Artesanato da cidade, que fica no Casarão Tenente João das Botas.

Igreja de São LourençoEstilo Barroco, à base de cal, pedra e óleo de baleia. São Lourenço é tido como o guardião das chuvas e ventos e é Padroeiro da Ilha de Itaparica. Em 1638, do púlpito dessa igreja, Padre Ferreira protestou contra a invasão pelos herejes da Holanda.

Igreja do Santíssimo Sacramento (Igreja Matriz)
Construída nos fins do séc. XVIII, a base de cal, pedra e óleo de baleia, pelo Padre Manoel de Cerqueira Tôrres. Podemos observar no teto e nas paredes famosos painéis, pintados por José Teófilo de Jesus, reproduzindo a ceia e os milagres do Senhor.
Localização: Centro – Itaparica.

Praça do Campo FormosoÉ nesta praça que está localizada a Prefeitura Municipal de Itaparica. Casario bonito e imponente de estilo colonial com fachadas belíssimas. Existe também um palanque moderno e um movimento estilo “panteon”, onde está protegida a figura do caboclo e uma serpente.

Fonte da BicaÉ famosa por sua água rejuvenescedora. A fonte foi construída em 1842 e a cidade oficializada como Estância Hidromineral, em 1937 - única do país à beira-mar. A água possui propriedades medicinais em sua composição. A nascente fica oculta no morro de Santo Antônio.
Localização: Centro - Itaparica, ao lado da Marina.





Praias
Município de Itaparica

Praia do Forte, Praia do Boulevard, Praia da Ponta do Mocambo, Ponta de Areia, Praia de Amoreiras e  Porto Santo.






Município de Vera Cruz

Gameleira Mar Grande Penha Barra do Gil Coroa Barra do Pote Conceição Barra Grande Tairu Aratuba Berlinque Cacha-Pregos Jiribatuba Matarandiba Ilha de Saraiba Ilha da Cal.


A maior parte apresenta águas calmas, mas em alguns pontos pratica-se surf.








Penha: a mais sofisticada, com boas casas de veraneio e uma bela vista de Salvador. Uma falha na muralha de recifes transforma a Ponta da Penha, onde há uma capela em homenagem a N.S. da Penha, num dos poucos pontos de surfe da ilha.













Cacha-Pregos: cercada por coqueiros, sem ondas. É bastante procurada no verão.
No vilarejo de mesmo nome há 5 estaleiros que fabricam saveiros e escunas. A expressão caixa-pregos (cacha-pregos em português arcaico), que se popularizou como sinônimo de lugar muito distante, fim do mundo, na origem queria dizer esconde-pregos. Significa arapuca natural, pois os peixes que entram pela barra do rio Jaguaripe não conseguem mais voltar para o mar. Podem ser alugados barcos para visitar o Pantanal Baiano.

Ponta de Areia: praia de águas mansas é uma das principais atrações turísticas da Baía de Todos os Santos. Muitos saveiros e escunas desembarcam lá no verão.



Manguinhos: praia de águas quentes e límpidas, excelentes para a prática de mergulho e outros esportes náuticos.

Porto do Santo: mar de águas calmas e propícias para prática de qualquer tipo de esporte náutico, durante todos os períodos das marés. Areias semi-desertas, repletas de búzios. Na parte sul predomina a vegetação característica de mangue.

Gameleira: mar de águas mornas e calmas, boas para banhos e qualquer tipo de esporte náutico, em todos os períodos das marés. Praia de areia extensa, com barracas que servem petiscos. Na parte do norte possui um píer de pedras bom pra pesca.

Praia do Forte: próxima ao centro histórico, foi o alvo de piratas, abriga fonte com águas minerais e medicinais; é ponto turístico por abrigar o Forte de São Lourenço.

Pára-quedismo.

É um esporte muito conhecido, a prática já é bastante difundida e tem vários adeptos ao redor do mundo. Em Salvador o único lugar de prática do esporte é na Ilha de Itaparica, é que os aventureiros, que nunca saltaram antes, e os veteranos do esporte se reúnem para fazer seus saltos.
Os saltos da ilha de Itaparica proporcionam em dias de boas condições climáticas uma vista deslumbrante da Baía de Todos os Santos. Para quem nunca saltou antes, só é possível fazer salto duplo, junto com um instrutor experiente e antes de saltar tem que tomar um curso rápido de técnicas para o salto.

O salto duplo, ou Tandem, é a melhor forma de ter uma visão geral do esporte. Depois de um rápido treinamento (15 minutos) quase qualquer pessoa, de 7 a 100 anos, estará pronta para viver as emoções do pára-quedismo.

Este curto treinamento é suficiente, pois o iniciante salta sempre preso a um instrutor experiente (mais de 1000 saltos) especializado em saltos duplos e alunos. Este instrutor será responsável por todos os procedimentos do Salto e da segurança.
Quando o avião atinge uma altura de 10.000 pés (3.500 metros), começa a aventura. Você salta com seu equipamento conectado ao de um instrutor, num pára-quedas projetado para levar duas pessoas. Em queda-livre, vocês atingem uma velocidade de 200 km/h. É uma emoção sensacional, só mesmo saltando para saber. Na altura certa, o instrutor abre o pára-quedas. Aí você passa a curtir o vôo e o visual maravilhoso da Ilha de Itaparica, Salvador e Morro de São Paulo, até um pouso tranqüilo. Vale lembrar que o instrutor toma conta de tudo - você só vai curtindo.