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terça-feira, 31 de março de 2009

Parabéns Salvador!! cidade de 460 anos.

Nessa cidade todo mundo é d?oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda essa gente irradia magia

Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha

Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha

Seja tenente ou filho de pescador
Ou um importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só

A força que mora n?água
Não faz distinçao de cor
E toda cidade é d?oxum

A força que mora n?água
Não faz distinção de cor
E toda cidade é d?oxum

É d?oxum, é d?oxum,
É d?oxum,
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar.



segunda-feira, 2 de junho de 2008

São João

Tradição em todo o Nordeste, a festa em homenagem a São João é o ponto máximo dos festejos juninos, tanto no interior quanto na capital.
Na capital, o arrasta-pé se concentra no Pelourinho, transformado em um verdadeiro arraiá e todo decorado com bandeirolas, fitas coloridas e balões juninos.
Trios nordestinos e grandes nomes do forró se revezam em apresentações pelas ruas de paralelepípedo do Centro Histórico e nos palcos armados nas praças.
As principais cidades do estado se organizam com uma infra-estrutura de shows e serviços completa para receber bem os visitantes.
As ruas, casas, bares e restaurantes entram no clima dos festejos; todos decorados ao estilo junino.
Na praça principal, artistas locais e nacionais dão o tom dos festejos, regados a muito licor e comidas típicas (comercializados nas várias barracas armadas ao redor).
A culinária, por sinal, é um dos grandes destaques da festa. Pamonha, canjica, mugunzá, amendoim, bolos de carimã, aimpim e fubá, milho assado e cozido são algumas das iguarias típicas desta época do ano.












Informações:O dia de celebração a São João é 24 de junho.
Os festejos, por sua vez, se estendem um pouco mais por todo o estado, normalmente, de 22 à 26 de junho.

Painel de Azulejo Porto da Barra

Foi em 1815 que Salvador ganhou seu primeiro monumento: um obelisco de 12 metros de altura, construído em mármore, que marcou a chegada de Dom João VI e da família real portuguesa à Bahia, em 1808. Instalado inicialmente no Passeio Público, a escultura foi transferida para a Praça da Aclamação, no Campo Grande, e é considerada um dos principais patrimônios materiais de Salvador.
Na mesma região, o Monumento ao 2 de Julho se destaca no centro do Largo do Campo Grande. Erguido em homenagem à Independência da Bahia, a escultura em mármore de Carrara, esculpida pelo artista italiano Carlo Nicoli, traz o símbolo do Caboclo para representar a identidade, nacionalidade e liberdade do povo. Quando foi instalado, em 1895, era considerado o mais alto da América do Sul, com  25,86 metros.
Assim como estes, centenas de monumentos de valor histórico e artístico estão espalhados pela capital baiana. Seja em praças, ruas, jardins ou em instituições públicas e privadas, a maioria deles ajuda a contar a história das lutas e personalidades de Salvador.
O historiador e professor Chico Senna destaca os mais significativos dos séculos XIX e XX, entre eles o monumento aos Heróis da Batalha de Riachuelo (Guerra do Paraguai), inaugurado em 1874, em frente à Associação Comercial da Bahia, no Comércio; a escultura em homenagem ao poeta Castro Alves, no Centro Histórico de Salvador; a Cruz Caída, do artista baiano Mario Cravo Jr., instalada no local onde esteve a Catedral da Sé, que na década de 1930 foi demolida para a passagem de um bonde; a estátua de Vinícius de Morais, no bairro de Itapuã; e o marco da chegada de Thomé de Souza, um painel de azulejo e uma coluna instalados no Porto da Barra em 1951.
"Os monumentos contam a nossa história e devem ser preservados como memória e obra de embelezamento da cidade. É necessário que a população se conscientize da importância e zele por eles. Na grande maioria, o que acontece não é o desgaste pelo tempo, mas sim a depredação por causa do vandalismo", alerta Chico Senna, que durante oito anos foi presidente da Fundação Gregório de Matos (FGM), responsável pela preservação dos monumentos da cidade.