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quarta-feira, 21 de maio de 2008
Estádio Fonte Nova
Estádio Octávio Mangabeira, a Fonte Nova, é um estádio de futebol da cidade de Salvador , de propriedade do governo do estado da Bahia e que é utilizado pelos principais clubes do estado.
Sua capacidade atual é de 80 mil pessoas.
Foi inaugurado em 1951, no jogo Botafogo-BA 1 a 1 Guarany-BA.
O primeiro gol no estádio foi marcado por Nélson, pelo Botafogo.
O recorde de público (oficial) é de 110.438 pessoas, no jogo Bahia 2 a 1 Fluminense, válido pela semi-final do Campeonato Brasileiro de 1988, campeonato este que acabou tendo como campeão o Esporte Clube Bahia.
Entretanto, também é dito que 112.000 pessoas estiveram neste estádio no dia 4 de Março de 1971, numa rodada dupla Bahia x Flamengo e Vitória x Grêmio-RS, sem provas.
Era o dia da reinauguração da Fonte Nova, após obras de ampliação. Porém, o público pagante oficial divulgado dois dias depois foi de 94.972 pessoas.
O grande jogo da Fonte Nova é o clássico Ba-Vi, com mais de 300 edições neste estádio, regularmente levando grandes públicos e onde o Bahia construiu a sua vantagem história na estatística deste grande clássico do futebol brasileiro.
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terça-feira, 20 de maio de 2008
Origem nomes das Ladeiras
É de origem tupi, que significa: no calor.
Ladeira dos Aflitos - Centro
Origina-se da presença naquele local da Capela do Senhor dos Aflitos, que ainda hoje pode ali ser vista já transformada em igreja.
Ladeira dos Barris - Barris
É o plural de barril. Através de uma ladeira estreita, chegava-se nas margens do Dique do Tororó, em busca de água para uso doméstico.
No local foram enterrados diversos barris, visando com isso melhorar a qualidade da água que era ali apanhada, evitando que se turvasse ou enchesse de sujeira.
Ladeira da Barroquinha - Centro
Compreende-se por barroca (escavação natural, barranco), a depressão feita no terreno por ação de água corrente e impetuosa.
O diminutivo que ainda hoje indica um dos acessos à Baixa dos Sapateiros - Barroquinha - foi incorporado ao cotidiano da cidade no início do século XVIII.
Como aconteceu outras vezes, sua origem foi encontrada no espírito simples do povo, que se referia às águas que, na estação chuvosa, ali mansamente faziam o seu trabalho de erosão, escavando o terreno quando escorriam das Hortas de São Bento.
Ladeira do Boqueirão - Santo Antônio
Denominação que ainda hoje indica a ladeira existente entre as ruas Direita de Santo Antônio e dos Adobes, tem sua origem na Irmandade de Nossa Senhora do Boqueirão, que existiu na Igreja de Santo Antônio Além do Carmo, com o nome de Irmandade de Homens Pardos. Desapareceram a irmandade e a capela, porém o batismo da trincheira ali existente origina-se a denominação que permanece em uso na atualidade.
Ladeira do Desterro - Nazaré
Recebe esse batismo devido a construção de um mosteiro religioso no sítio de Nossa Senhora do Desterro.
Ladeira da Fonte Nova - Nazaré
É batismo óbvio e origina-se da presença ali de um dos mais conhecidos pontos de abastecimento de água da cidade, quando a população ainda era atendida por fontes e chafarizes.
Ladeira do Funil - Barbalho
O traçado cônico ou afunilado desta via determina o seu batismo.
Ladeira dos Galés - Brotas
Datada de 1810, foi construída como ligação entre os bairros de Nazaré e Brotas, com a execução do primeiro aterro de parte do Dique do Tororó.
O acesso foi batizado com o nome de Galés, que significa trabalho forçado realizado por presos com correntes nos pés.
Ladeira da Misericórdia - Centro
Seu batismo oficial é Rua Padre Nóbrega, embora popularmente nunca tivesse sido conhecida por outro nome que não o de Ladeira da Misericórdia.
Ladeira da Montanha - Centro
Esse batismo resulta da presença de uma ladeira e de uma rua localizadas em uma montanha. Daí o seu nome de Ladeira da Montanha.
Ladeira dos Perdões - Santo Antônio
Esse batismo surge com a instalação de um recolhimento para as beatas da ordem franciscana da Capela do Senhor Bom Jesus dos Perdões.
Assim, apresenta uma semelhança com os demais batismos que tiveram sua origem na presença de estabelecimentos religiosos.
Ladeira da Preguiça - Centro
Depois das ladeiras da Misericórdia e da Conceição, esta foi construída para mais uma opção de acesso de mercadorias do porto para a cidade, mercadorias essas que eram transportadas em carretões puxados a bois e empurrados por escravos que alegavam ser este um trabalho muito pesado, e por isso dava preguiça.
Daí ficaria conhecida como Ladeira da Preguiça.
Ladeira do Pau da Bandeira - Centro
Este nome se originou de um mastro ali localizado, no qual eram hasteadas bandeiras para orientar a entrada de navios ao porto da cidade, desde os tempos de colônia.

Ladeira do Taboão - Centro
Quando do encerramento do Rio das Tripas, após a invasão holandesa, foram encontrados embaixo do quintal do Convento de São Francisco grossas vigas enterradas, o que levaria a supor que ali existiria uma ponte ou simplesmente um apanhado de tábuas postas sobre essas vigas. Esse lugar, por tal motivo, ficaria conhecido como Rua do Taboão.
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Origem de nomes,
Santo Antonio do Carmo
Origem nomes dos Bairros
Barbalho
O bairro está localizado em terras que pertenceram a Luiz Barbalho Bezerra, de onde lhe vem o batismo.
Barris
Tomou esse nome pelo fato de existir no atual bairro uma fonte de ótima água potável localizada próxima ao dique, onde os aguadeiros se abasteciam para atender à população.
Essa fonte era protegida por barris, sendo a água ali apanhada e transportada também em barris, em lombo de animais.
Bonfim
Recebe esse batismo devido a existência da conhecida Igreja do Bonfim, que se localiza no bairro de mesmo nome.
Brotas
O nome do bairro, como ocorre em incontáveis outros batismos populares de logradouros na Bahia, vem da corruptela popular de uma palavra: no caso Brotas por Grotas.
Carmo
Batismo extenso e curioso, mas que dá uma idéia exata do crescimento da cidade para além das Portas do Carmo, que ficavam na altura do Largo do Pelourinho, sendo conhecidas anteriormente como Portas de Santa Catarina.
Fazenda Garcia
Recebe esse batismo devido a presença, antigamente, da fazenda do Conde Garcia D’Ávila.
De fazenda, hoje, o Garcia só guarda o nome.
Itapagipe
De origem indígena, significa rio da taba ou aldeia (taba-gy-pe).
Itapuã
De origem indígena, significa pedra que ronca. Tem esse nome por lá existir uma pedra que, antes de se partir, roncava na maré vazante.
Cantado em prosa e verso por Dorival Caymmi e depois por Vinícius de Moraes, este bairro tem nomes poéticos em muitas das suas ruas (Amanhecer, Brisa, Irmão Sol).
Piatã
De origem tupi, significa o persistente, o obstinado.
Boa parte da praia entre Amaralina e Itapuã era conhecida como São Tomé, nome que vinha dos tempos da colônia. Foi ali que Hebert Rocha Vaz instalou a sua fábrica de óleo de baleia.

Pirajá
Braço estreito de mar ao norte da península Itapagipana, que se estende pela terra adentro com águas tranquilas entre mangues, à sombra de montes empinados, significa do tupi (pira-ya) capa de peixe, lugar farto de peixe para o sustento dos pescadores.
Pituaçu
De origem indígena, significa pitu grande.
Pituba
De origem indígena, significa bafo, exalação, maresia.
Ribeira
Primitivamente a Ribeira, expressão portuguesa que quer dizer ancoradouro para a reparação de naus, era uma colônia de pescadores e lugar de veraneio.
Por ser esse um local de difícil acesso, demorou muito para ser habitado.

Tororó
É corruptela da palavra (itororó)de origem tupi, que significa: o jorro, o enxurro, a enxurrada.
Calçada
Em 1638 o caminho para o Bonfim era pela praia e por Mont Serrat, só mais tarde se construiu, através dos mangues, o atual caminho de Roma, até lá por meio de aterros e calçamento, de onde o nome Calçada do Bonfim, que se estendeu a toda rua atual da Jequitaia.
Liberdade
Foi pela estrada das boiadas que o exército nacional adentrou Salvador, no dia 2 de julho de 1823, proclamando a independência da Bahia, que consolidou o fim do Domínio português no Brasil.
Com isso o bairro passou a ser chamado de Liberdade.
O bairro está localizado em terras que pertenceram a Luiz Barbalho Bezerra, de onde lhe vem o batismo.
Barris
Tomou esse nome pelo fato de existir no atual bairro uma fonte de ótima água potável localizada próxima ao dique, onde os aguadeiros se abasteciam para atender à população.
Essa fonte era protegida por barris, sendo a água ali apanhada e transportada também em barris, em lombo de animais.
Bonfim
Recebe esse batismo devido a existência da conhecida Igreja do Bonfim, que se localiza no bairro de mesmo nome.
Brotas
O nome do bairro, como ocorre em incontáveis outros batismos populares de logradouros na Bahia, vem da corruptela popular de uma palavra: no caso Brotas por Grotas.
Carmo
Batismo extenso e curioso, mas que dá uma idéia exata do crescimento da cidade para além das Portas do Carmo, que ficavam na altura do Largo do Pelourinho, sendo conhecidas anteriormente como Portas de Santa Catarina.
Fazenda Garcia
Recebe esse batismo devido a presença, antigamente, da fazenda do Conde Garcia D’Ávila.
De fazenda, hoje, o Garcia só guarda o nome.
Itapagipe
De origem indígena, significa rio da taba ou aldeia (taba-gy-pe).
Itapuã
De origem indígena, significa pedra que ronca. Tem esse nome por lá existir uma pedra que, antes de se partir, roncava na maré vazante.
Cantado em prosa e verso por Dorival Caymmi e depois por Vinícius de Moraes, este bairro tem nomes poéticos em muitas das suas ruas (Amanhecer, Brisa, Irmão Sol).
Piatã
De origem tupi, significa o persistente, o obstinado.
Boa parte da praia entre Amaralina e Itapuã era conhecida como São Tomé, nome que vinha dos tempos da colônia. Foi ali que Hebert Rocha Vaz instalou a sua fábrica de óleo de baleia.

Pirajá
Braço estreito de mar ao norte da península Itapagipana, que se estende pela terra adentro com águas tranquilas entre mangues, à sombra de montes empinados, significa do tupi (pira-ya) capa de peixe, lugar farto de peixe para o sustento dos pescadores.
Pituaçu
De origem indígena, significa pitu grande.
Pituba
De origem indígena, significa bafo, exalação, maresia.
Ribeira
Primitivamente a Ribeira, expressão portuguesa que quer dizer ancoradouro para a reparação de naus, era uma colônia de pescadores e lugar de veraneio.
Por ser esse um local de difícil acesso, demorou muito para ser habitado.
Tororó
É corruptela da palavra (itororó)de origem tupi, que significa: o jorro, o enxurro, a enxurrada.
Calçada
Em 1638 o caminho para o Bonfim era pela praia e por Mont Serrat, só mais tarde se construiu, através dos mangues, o atual caminho de Roma, até lá por meio de aterros e calçamento, de onde o nome Calçada do Bonfim, que se estendeu a toda rua atual da Jequitaia.
Liberdade
Foi pela estrada das boiadas que o exército nacional adentrou Salvador, no dia 2 de julho de 1823, proclamando a independência da Bahia, que consolidou o fim do Domínio português no Brasil.
Com isso o bairro passou a ser chamado de Liberdade.
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segunda-feira, 12 de maio de 2008
Dique do Tororó
O Dique do Tororó é o único manancial natural da cidade de Salvador, no estado da Bahia, no Brasil, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, comumente reduzido para Dique, que possui uma lagoa de 110 mil metros cúbicos de água. É delimitada, atualmente, pelo bairro do Tororó em sua margem esquerda, pelo do Engenho Velho de Brotas em sua margem direita, ao Norte, pelo estádio Itaipava Arena Fonte Nova e, ao Sul, pelo bairro do Garcia.
É margeado pelas avenidas Presidente Costa e Silva e Vasco da Gama - que, ao Sul, convergem para a avenida Centenário e o Vale dos Barris.
Uma de suas principais características são as oito esculturas de orixás flutuando no espelho d'água do Dique do Tororó assinadas pelo artista plástico Tati Moreno, que são: Oxum, Ogum, Oxóssi, Xangô, Oxalá, Iemanjá, Nanã e Iansã, conferindo à noite uma bela iluminação cênica.
O termo "tororó" vem do termo tupi tororoma, que significa "jorro" (de água).
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