"Na Bahia, a cultura popular entra pelos olhos, pelos ouvidos, pela boca (culinária tão rica e saborosa), penetra nos sentidos adentro, determina a criação literária e artística, é sua viga mestra. Determina, assim, a condição nacional da literatura e da arte: caráter popular presente mesmo na obra mais refinadamente intectual.”
(Jorge Amado)
Culinária, artesanato, manifestações populares e religiosas, arquitetura e memória.
Somados, estes elementos constituem o legado de um povo: a sua cultura. Porém, tratando-se de Salvador, o conceito de cultura extrapola o limite de qualquer definição e compreende um universo inesgotável de riquezas, do qual o maior tesouro é mesmo o seu povo.
A mistura de credos, lendas, cores e raças, resultado da comunhão entre o indígena, o europeu e o africano, foi incorporada por Salvador e pode ser apreciada através de suas manifestações culturais cultivadas durante o ano inteiro. A capoeira, o candomblé, o maculelê e o Carnaval são algumas destas representações populares.
Desde sua arquitetura secular, passando pela diversidade rítmica, até a sua literatura: tudo em Salvador da Bahia é único.A magia desta cidade, que tanto encanta e seduz, é misteriosa como o namoro da lua como o mar, bela como o por do Sol do Humaitá, multidimensional como a cidade vista do alto do Elevador Lacerda, colorida como o Pelourinho, forte como a fé da população, frenética como o requebrado deste povo atrás do trio elétrico, preciosa como a sua arquitetura, gostosa como a sua culinária e incessante como o subir e descer das ladeiras.
A forma como as pessoas interagem com todos estes ícones é o que faz da cultura de Salvador algo especial e diferenciado.
Do axé ao bolero, do reggae ao clássico. Salvador é um caldeirão musical, que ferve ao som de todos os ritmos. Dança ao som de todas as músicas. Cintila sobre todas as cores de todos os corpos de tanta gente. Salvador é fé. A mesma fé que move os que acreditam do candomblé ao espiritismo.
Salvador tem espaço para todos os credos. Tem espaço para todas as tribos, para todos os gostos e todas as necessidades. A noite ferve para os jovens, os bares da orla divertem a boemia. Há lugar para gente de todas as idades. De todas as línguas. Salvador é singular porque é plural. Emoções, sensações e imagens inesquecíveis são registradas para sempre na memória de quem conhece a cidade. Desta forma, dentro de cada visitante, há um pedacinho de Salvador em todos os cantos do planeta. E quem leva Salvador no coração, para onde vai, tem necessidade de voltar um dia. A Salvador guardada no coração de tanta gente e a Salvador, capital da Bahia e coração do Brasil são a mesma cidade. Mas só quem toca os pés deste solo sagrado consegue se sentir verdadeiramente completo.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Cultura Popular
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terça-feira, 31 de março de 2009
Parabéns Salvador!! cidade de 460 anos.
Nessa cidade todo mundo é d?oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda essa gente irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou um importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n?água
Não faz distinçao de cor
E toda cidade é d?oxum
A força que mora n?água
Não faz distinção de cor
E toda cidade é d?oxum
É d?oxum, é d?oxum,
É d?oxum,
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar.
Homem, menino, menina, mulher
Toda essa gente irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou um importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n?água
Não faz distinçao de cor
E toda cidade é d?oxum
A força que mora n?água
Não faz distinção de cor
E toda cidade é d?oxum
É d?oxum, é d?oxum,
É d?oxum,
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Ciclos de Festas da Bahia
Festas Populares na Bahia
O ciclo de festas populares já começou na Bahia. No mês de novembro os turistas que começam a desembarcar terão a oportunidade de vivenciar as tradições religiosas que perduram até o mês de fevereiro.
Dia 04 de Dezembro é o dia de Santa Bárbara (para os católicos) e dia de Iansã (para os adeptos do candomblé) e em Salvador uma série de homenagens acontecem no Pelourinho.A festa recebe o status oficial de patrimônio imaterial da Bahia, concedido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).
Veja o calendário das festas populares na Bahia:
Santa Bárbara
04 de dezembro
Salvador - Largo do PelourinhoFesta tradicional em homenagem a padroeira dos mercados. Esta santa católica é sincretizada como a deusa Iansã do Candomblé.
A principal característica da festa é o caruru oferecido por barraqueiros aos participantes. Paralelamente, há programação religiosa que compreende missa solene na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e procissão. Em Feira de Santana, a devoção a Santa Bárbara também é comemorada com oferecimento de caruru, no Centro de Abastecimento da cidade, apresentação de samba de roda, procissão e alvorada de fogos. No município de São Félix ocorre a lavagem da Fonte de Santa Bárbara, tríduo, missa solene e festa de largo. O culto se estende até o interior do Estado, sendo a santa padroeira dos municípios de Água Fria, Boquira, Cachoeira e Cipó.
Nossa Senhora da Conceição
08 de dezembro
Salvador e interior do EstadoFesta tradicional em louvor à padroeira da Bahia, cuja origem do culto coincide com a origem da Cidade de Salvador: 1549, quando o primeiro governador iniciou a devoção, construindo a igreja em louvor à santa. A programação compreende novena, missa solene, procissão e festa de largo. Não há lavagem do adro da Basílica da Conceição da Praia. O culto se estendeu ao interior do Estado.
Santa Luzia13 de dezembro
Salvador - bairro do Pilar - e interior do EstadoFesta tradicional em louvor à protetora da visão, compreendendo tríduo, missa solene, procissão, queima de fogos, visitação à fonte milagrosa e festa de largo. Santa Luzia é comemorada como padroeira dos municípios de Macajuba, Santa Luz, Santa Luzia, Pau Brasil e do povoado de Uibai – Chapadinha. É também festejada nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Caetité, Conceição da Feira, Coronel João Sá, Dom Macedo Costa, Heliópolis, Igrapiúna, Itaparica, Muquém de São Francisco, Pau Brasil, Ribeira do Amparo, Simões Filho, Rodelas, Taperoá, Ibipitanga, entre outros.
Réveillon31 de dezembro
Salvador e interior do Estado.
Celebrações em muitas residências, hotéis, barracas de praia e nas ruas e praças, com caráter carnavalesco, que se estendem pela madrugada do dia 1°. Além disso, inúmeras pessoas costumam “virar” o ano nas praias, oferecendo flores, presentes e preces à Rainha das Águas - Iemanjá.
Janeiro
Procissão do Senhor Bom Jesus dos Navegantes31 de dezembro e 01 de janeiro, Salvador.
Saída da Rampa do Mercado Modelo, vai até a praia da Barra e depois segue para o Largo da Boa Viagem e Baía de Todos os Santos.
Festa dos Reis ou Festa da Lapinha05 e 06 de janeiro
Salvador - Largo da Lapinha - e interior do Estado.
Festa tradicional de origem portuguesa que simboliza a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. A programação é composta de celebração de missa, visitação ao presépio no interior da Igreja da Lapinha, festa de largo e apresentação dos Ternos de Reis, autos que reproduzem a visitação dos Reis Magos.
A programação é composta de celebração de missas, das 6h às 8h do dia 6 de janeiro, visitação ao presépio no interior da Igreja da Lapinha (bairro da Liberdade), festa de largo e apresentação dos Ternos de Reis.
Festa do BonfimGeralmente na segunda quinta-feira de janeiro
Salvador – Colina e Largo do Bonfim.
Sincretizado com o deus do panteão africano Oxalá, Senhor do Bonfim é o santo de maior devoção popular na Bahia.
A programação religiosa compreende novena, acompanhada por coral e missa solene. Não há procissão. Na festa popular, destaque para a lavagem das escadarias da Igreja do Senhor do Bonfim, realizada geralmente na segunda quinta-feira de janeiro. Na ocasião, após a queima de fogos, um imenso cortejo parte da Basílica da Conceição da Praia, com a participação de mães e filhas-de-santo do Candomblé, conduzindo flores e água perfumada. Em seguida vêm as autoridades e o povo. Toda essa multidão desloca-se em um percurso de oito quilômetros, a pé e em carroças enfeitadas. Ao chegar ao Bonfim, as baianas trajando roupas típicas realizam a lavagem do adro e das escadarias da igreja.
Festa da Ribeira
19 de janeiro
Salvador-Ribeira.
Trata-se de uma prévia carnavalesca, realizada no bucólico bairro da Ribeira, Cidade Baixa, na segunda-feira posterior à Festa do Bonfim, quando as barracas são transferidas do Largo do Bonfim para a vizinha Ribeira. Durante todo o dia ocorrem apresentações e batucadas. Também chamada Segunda Feira Gorda da Ribeira.
Celebração da Revolta dos Malês
25 de janeiro
Salvador – Itapuã.
Festa em homenagem à Revolta dos Malês (movimento histórico de levante de negros de tradição islâmica escravizados na Bahia). Na Lagoa do Abaeté.
Nossa Senhora da Purificação
24 de janeiro a 02 de fevereiro
Santo Amaro da Purificação - Recôncavo Baiano (a 71 km da capital).
Festa religiosa em louvor a Nossa Senhora da Purificação com lavagem das escadarias da igreja e procissão. Após as funções religiosas, a população e muitos visitantes transformam a cidade em uma grande festa de largo. Nos dias anteriores e subseqüentes à lavagem ocorrem shows musicais na Praça da Matriz. Caetano Veloso e Maria Bethânia, astros da música popular brasileira e filhos do município, costumam se apresentar na programação.
São Lázaro
30 de janeiro
Salvador - São Lázaro da Federação.
Composto por tríduo, missa solene e procissão, a festa tem ponto máximo no último domingo de janeiro. Este santo católico é sincretizado com o orixá Omolu, deus da cura no panteão africano, e as baianas costumam homenageá-lo com banhos de pipoca, orações e velas acesas no cruzeiro situado em frente à igreja. Há também festa de largo.
Festa de Iemanjá 02/02
Salvador - Rio Vermelho.
Pescadores e fiéis festejam com cortejo marítimo, em inúmeros barcos, conduzindo flores e outros presentes para a Rainha das Águas, na maior manifestação religiosa pública do candomblé. Das ruas do bairro do Rio Vermelho, o povo assiste à manifestação ao som de cânticos e vários ritmos em barracas montadas nas praças e ruas do bairro.
Lavagem de Itapuã 12 de fevereiro
Salvador - Itapuã.
Festa tradicional, com missa, alvorada de fogos e um cortejo de baianas que sai das proximidades da Praia de Placaford, acompanhado por batucadas e blocos. Segue até a Igreja, onde acontece a lavagem da escadaria. Ocorre na quinta-feira subseqüente à Lavagem do Bonfim.
Carnaval
Salvador - Pelourinho, Praça Municipal/Campo Grande, Barra/Ondina, outros bairros - e interior do Estado.
Este evento retrata o grande momento do calendário de festas populares da Bahia. O Carnaval é, reconhecidamente, a maior manifestação popular do mundo, segundo o Guiness Book- Livro dos Recordes. Caracteriza-se pela apresentação de blocos, inclusive os afros e trios elétricos, atraindo gente de todo o mundo. Em 1996, o Pelourinho passou a ser um dos três circuitos do Carnaval da Bahia (junto com o centro da cidade, o primeiro da folia, e a orla marítima), contando com uma programação especial, voltada para os carnavais antigos, inclusive na ornamentação das ruas e praças, com desfiles de bandinhas e blocos caracterizados.
O ciclo de festas populares já começou na Bahia. No mês de novembro os turistas que começam a desembarcar terão a oportunidade de vivenciar as tradições religiosas que perduram até o mês de fevereiro.
Dia 04 de Dezembro é o dia de Santa Bárbara (para os católicos) e dia de Iansã (para os adeptos do candomblé) e em Salvador uma série de homenagens acontecem no Pelourinho.A festa recebe o status oficial de patrimônio imaterial da Bahia, concedido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).
Veja o calendário das festas populares na Bahia:
Santa Bárbara
04 de dezembro
Salvador - Largo do PelourinhoFesta tradicional em homenagem a padroeira dos mercados. Esta santa católica é sincretizada como a deusa Iansã do Candomblé.
A principal característica da festa é o caruru oferecido por barraqueiros aos participantes. Paralelamente, há programação religiosa que compreende missa solene na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e procissão. Em Feira de Santana, a devoção a Santa Bárbara também é comemorada com oferecimento de caruru, no Centro de Abastecimento da cidade, apresentação de samba de roda, procissão e alvorada de fogos. No município de São Félix ocorre a lavagem da Fonte de Santa Bárbara, tríduo, missa solene e festa de largo. O culto se estende até o interior do Estado, sendo a santa padroeira dos municípios de Água Fria, Boquira, Cachoeira e Cipó.
Nossa Senhora da Conceição
08 de dezembro
Salvador e interior do EstadoFesta tradicional em louvor à padroeira da Bahia, cuja origem do culto coincide com a origem da Cidade de Salvador: 1549, quando o primeiro governador iniciou a devoção, construindo a igreja em louvor à santa. A programação compreende novena, missa solene, procissão e festa de largo. Não há lavagem do adro da Basílica da Conceição da Praia. O culto se estendeu ao interior do Estado.
Santa Luzia13 de dezembro
Salvador - bairro do Pilar - e interior do EstadoFesta tradicional em louvor à protetora da visão, compreendendo tríduo, missa solene, procissão, queima de fogos, visitação à fonte milagrosa e festa de largo. Santa Luzia é comemorada como padroeira dos municípios de Macajuba, Santa Luz, Santa Luzia, Pau Brasil e do povoado de Uibai – Chapadinha. É também festejada nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Caetité, Conceição da Feira, Coronel João Sá, Dom Macedo Costa, Heliópolis, Igrapiúna, Itaparica, Muquém de São Francisco, Pau Brasil, Ribeira do Amparo, Simões Filho, Rodelas, Taperoá, Ibipitanga, entre outros.
Réveillon31 de dezembro
Salvador e interior do Estado.
Celebrações em muitas residências, hotéis, barracas de praia e nas ruas e praças, com caráter carnavalesco, que se estendem pela madrugada do dia 1°. Além disso, inúmeras pessoas costumam “virar” o ano nas praias, oferecendo flores, presentes e preces à Rainha das Águas - Iemanjá.
Janeiro
Procissão do Senhor Bom Jesus dos Navegantes31 de dezembro e 01 de janeiro, Salvador.
Saída da Rampa do Mercado Modelo, vai até a praia da Barra e depois segue para o Largo da Boa Viagem e Baía de Todos os Santos.
Festa dos Reis ou Festa da Lapinha05 e 06 de janeiro
Salvador - Largo da Lapinha - e interior do Estado.
Festa tradicional de origem portuguesa que simboliza a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. A programação é composta de celebração de missa, visitação ao presépio no interior da Igreja da Lapinha, festa de largo e apresentação dos Ternos de Reis, autos que reproduzem a visitação dos Reis Magos.
A programação é composta de celebração de missas, das 6h às 8h do dia 6 de janeiro, visitação ao presépio no interior da Igreja da Lapinha (bairro da Liberdade), festa de largo e apresentação dos Ternos de Reis.
Festa do BonfimGeralmente na segunda quinta-feira de janeiro
Salvador – Colina e Largo do Bonfim.
Sincretizado com o deus do panteão africano Oxalá, Senhor do Bonfim é o santo de maior devoção popular na Bahia.
A programação religiosa compreende novena, acompanhada por coral e missa solene. Não há procissão. Na festa popular, destaque para a lavagem das escadarias da Igreja do Senhor do Bonfim, realizada geralmente na segunda quinta-feira de janeiro. Na ocasião, após a queima de fogos, um imenso cortejo parte da Basílica da Conceição da Praia, com a participação de mães e filhas-de-santo do Candomblé, conduzindo flores e água perfumada. Em seguida vêm as autoridades e o povo. Toda essa multidão desloca-se em um percurso de oito quilômetros, a pé e em carroças enfeitadas. Ao chegar ao Bonfim, as baianas trajando roupas típicas realizam a lavagem do adro e das escadarias da igreja.
Festa da Ribeira
19 de janeiro
Salvador-Ribeira.
Trata-se de uma prévia carnavalesca, realizada no bucólico bairro da Ribeira, Cidade Baixa, na segunda-feira posterior à Festa do Bonfim, quando as barracas são transferidas do Largo do Bonfim para a vizinha Ribeira. Durante todo o dia ocorrem apresentações e batucadas. Também chamada Segunda Feira Gorda da Ribeira.
Celebração da Revolta dos Malês
25 de janeiro
Salvador – Itapuã.
Festa em homenagem à Revolta dos Malês (movimento histórico de levante de negros de tradição islâmica escravizados na Bahia). Na Lagoa do Abaeté.
Nossa Senhora da Purificação
24 de janeiro a 02 de fevereiro
Santo Amaro da Purificação - Recôncavo Baiano (a 71 km da capital).
Festa religiosa em louvor a Nossa Senhora da Purificação com lavagem das escadarias da igreja e procissão. Após as funções religiosas, a população e muitos visitantes transformam a cidade em uma grande festa de largo. Nos dias anteriores e subseqüentes à lavagem ocorrem shows musicais na Praça da Matriz. Caetano Veloso e Maria Bethânia, astros da música popular brasileira e filhos do município, costumam se apresentar na programação.
São Lázaro
30 de janeiro
Salvador - São Lázaro da Federação.
Composto por tríduo, missa solene e procissão, a festa tem ponto máximo no último domingo de janeiro. Este santo católico é sincretizado com o orixá Omolu, deus da cura no panteão africano, e as baianas costumam homenageá-lo com banhos de pipoca, orações e velas acesas no cruzeiro situado em frente à igreja. Há também festa de largo.
Festa de Iemanjá 02/02
Salvador - Rio Vermelho.
Pescadores e fiéis festejam com cortejo marítimo, em inúmeros barcos, conduzindo flores e outros presentes para a Rainha das Águas, na maior manifestação religiosa pública do candomblé. Das ruas do bairro do Rio Vermelho, o povo assiste à manifestação ao som de cânticos e vários ritmos em barracas montadas nas praças e ruas do bairro.
Lavagem de Itapuã 12 de fevereiro
Salvador - Itapuã.
Festa tradicional, com missa, alvorada de fogos e um cortejo de baianas que sai das proximidades da Praia de Placaford, acompanhado por batucadas e blocos. Segue até a Igreja, onde acontece a lavagem da escadaria. Ocorre na quinta-feira subseqüente à Lavagem do Bonfim.
Carnaval
Salvador - Pelourinho, Praça Municipal/Campo Grande, Barra/Ondina, outros bairros - e interior do Estado.
Este evento retrata o grande momento do calendário de festas populares da Bahia. O Carnaval é, reconhecidamente, a maior manifestação popular do mundo, segundo o Guiness Book- Livro dos Recordes. Caracteriza-se pela apresentação de blocos, inclusive os afros e trios elétricos, atraindo gente de todo o mundo. Em 1996, o Pelourinho passou a ser um dos três circuitos do Carnaval da Bahia (junto com o centro da cidade, o primeiro da folia, e a orla marítima), contando com uma programação especial, voltada para os carnavais antigos, inclusive na ornamentação das ruas e praças, com desfiles de bandinhas e blocos caracterizados.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Circuitos do Carnaval em Salvador
Maior festa popular do planeta, o Carnaval de Salvador cresceu tanto, que hoje se distribui simultaneamente em três circuitos da cidade. Para aqueles que preferem mais tranquilidade e para os mais saudosos, o circuito Batatinha, no Pelourinho, é a melhor pedida. Já o Carnaval no trecho Barra-Ondina (circuito Dodô) e no centro(Osmar) apresenta emoções diferentes e muito agito, com as apresentações dos grandes nomes da axé music, além do desfile de blocos afros e afoxés.
Maior festa popular do planeta, o Carnaval de Salvador cresceu tanto, que hoje se distribui simultaneamente em três circuitos da cidade. Para aqueles que preferem mais tranquilidade e para os mais saudosos, o circuito Batatinha, no Pelourinho, é a melhor pedida. Já o Carnaval no trecho Barra-Ondina (circuito Dodô) e no centro(Osmar) apresenta emoções diferentes e muito agito, com as apresentações dos grandes nomes da axé music, além do desfile de blocos afros e afoxés.
Circuito Dodô
Para a maioria dos amantes do carnaval baiano, o surgimento do Circuito Dodô representou para a festa, uma verdadeira revolução em termos de infra-estrutura e conforto. A folia adquiriu, com o passar dos anos, o status de maior festa popular do planeta, fazendo com que o circuito tradicional (Campo Grande), se tornasse pequeno para um número cada vez maior de turistas e foliões. Este “novo” trajeto liga as belas praias da Barra e Ondina, num percurso de aproximadamente 4 km, marcado em quase toda a sua extensão, por uma vista estonteante da Baía de Todos os Santos. Blocos uniformizados, cada um com sua atração, iniciam no Farol da Barra uma jornada mágica de alegria, que somente depois de 6 horas, termina na Praia de Ondina. Os últimos anos marcaram o surgimento de camarotes super badalados, alguns, inclusive, assinados por personalidades baianas e artistas famosos. Suas instalações incluem buffet de alto nível, acesso privativo à praia, pista de dança e shows entre a passagem dos trios. Na avenida, e fora dos blocos, a maioria do foliões, conhecida como pipoca, promove grande agitação e alegria. Para essa galera, o “point” de aguardados ou inesperados encontros é sempre o “beco” de Ondina, onde os trios dão aquela tradicional “paradinha”.
Circuito Osmar
Foi neste circuito que a Bahia presenciou os episódios mais marcantes da história de seu carnaval. Seu trajeto de 6 km traz o charme dos casarões do centro e a aura de muitos e inesquecíveis carnavais, numa história que começou com a fubica de Dodô e Osmar, passou pelo deboche de Luiz Caldas, e ainda hoje, sacode com os hits incomparáveis do Chiclete, Asa de Águia e Timbalada. O percurso começa no corredor da Vitória, corta a praça do Campo Grande, local de camarotes bem badalados, e desce a longa Avenida Sete de Setembro. Até o seu final desta rota, o fôlego e a alegria do folião serão rigorosamente testados, já que somente após cerca de 7 horas e meia, o trio retorna ao Campo Grande marcando o final da jornada. Hoje, dividindo as atenções com badalado Circuito Dodô, o carnaval no centro da cidade tem seus momentos áureos, justamente nos três últimos dias da festa, quando os principais nomes da “axé music”, ainda priorizam sua tradição.
Para a maioria dos amantes do carnaval baiano, o surgimento do Circuito Dodô representou para a festa, uma verdadeira revolução em termos de infra-estrutura e conforto. A folia adquiriu, com o passar dos anos, o status de maior festa popular do planeta, fazendo com que o circuito tradicional (Campo Grande), se tornasse pequeno para um número cada vez maior de turistas e foliões. Este “novo” trajeto liga as belas praias da Barra e Ondina, num percurso de aproximadamente 4 km, marcado em quase toda a sua extensão, por uma vista estonteante da Baía de Todos os Santos. Blocos uniformizados, cada um com sua atração, iniciam no Farol da Barra uma jornada mágica de alegria, que somente depois de 6 horas, termina na Praia de Ondina. Os últimos anos marcaram o surgimento de camarotes superbadalados, alguns, inclusive, assinados por personalidades baianas e artistas famosos. Suas instalações incluem buffet de alto nível, acesso privativo à praia, pista de dança e shows entre a passagem dos trios. Na avenida, e fora dos blocos, a maioria do foliões, conhecida como pipoca, promove grande agitação e alegria. Para essa galera, o “point” de aguardados ou inesperados encontros é sempre o “beco” de Ondina, onde os trios dão aquela tradicional “paradinha”.
Circuito Osmar
Foi neste circuito que a Bahia presenciou os episódios mais marcantes da história de seu carnaval. Seu trajeto de 6 km traz o charme dos casarões do centro e a aura de muitos e inesquecíveis carnavais, numa história que começou com a fubica de Dodô e Osmar, passou pelo deboche de Luiz Caldas, e ainda hoje, sacode com os hits incomparáveis do Chiclete, Asa de Águia e Timbalada. O percurso começa no corredor da Vitória, corta a praça do Campo Grande, local de camarotes bem badalados, e desce a longa Avenida Sete de Setembro. Até o seu final desta rota, o fôlego e a alegria do folião serão rigorosamente testados, já que somente após cerca de 7 horas e meia, o trio retorna ao Campo Grande marcando o final da jornada. Hoje, dividindo as atenções com badalado Circuito Dodô, o carnaval no centro da cidade tem seus momentos áureos, justamente nos três últimos dias da festa, quando os principais nomes da “axé music”, ainda priorizam sua tradição.
Circuito Batatinha
Tendo como palcos principais, as praças, Municipal e da Sé, além do famoso Pelourinho, o carnaval do centro histórico, à cada ano, apresenta-se mais bonito, alegre e estruturado. A iniciativa de revitalizar a folia neste ponto da cidade surgiu com o Projeto Pelourinho Dia e Noite, que em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo do Estado, é também o responsável pela maioria dos eventos realizados no local, durante todo o ano. No carnaval, em meio a casarões coloniais, ruas bem pitorescas e um astral todo especial, bandinhas e charangas percorrem os caminhos do “Pelô”, tocando antigas e saudosas marchinhas, que arrastam uma multidão super eufórica. Por apresentar uma programação mais tranquila, o Circuito Batatinha é muito procurado por famílias, que querem curtir um carnaval mais calmo, longe da badalação do eixo tradicional. Na praça Municipal, o palco armado em frente à sede da Prefeitura já se tornou famoso pelos desfiles e concursos de fantasia.
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Trio Elétrico
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Festa de Yemanjá
Dia 02 de Fevereiro, comemora-se em Salvador uma das festas populares mais importantes da cidade, a Festa de Iemanjá, no bairro do Rio Vermelho, aonde localiza-se a igreja e a casa dos pescadores que agradecem em especial neste dia a Rainha das Águas.
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segunda-feira, 2 de junho de 2008
São Pedro
Pedro é outro santo que nasceu com nome diferente, chamava-se Simão, ou Simeão.
Nascido em um vilarejo pagão na Galiléia, levou a vida como pescador na cidade de Carfanaum, até que, junto com seu irmão André, foi convocado por João Evangelista para fazer parte do grupo mais próximo de seguidores de Jesus Cristo.
Simão era um dos apóstolos preferidos de Cristo, que admirava sua liderança firme e lhe deu o nome de Pedro (Petrus), que significa pedra, rocha. Justificando isso, Jesus teria dito: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".
Dizem que Pedro viveu muitos anos após a morte de Jesus Cristo, dedicando sua vida à pregação das palavras de seu mestre pelo Império Romano, tanto na Palestina quanto em Antióquia. Por esse motivo e por sua proximidade com Cristo, ele é considerado fundador da Igreja Católica Romana.
Contam algumas versões que Pedro foi executado em Roma quando tinha 64 anos.
Porteiro do céu
O povo vê São Pedro como o "porteiro do céu", o manda-chuva e o padroeiro dos pescadores.
A presença dele na tradição oral portuguesa e brasileira é constante. Quando começa a trovejar, as crianças sempre ouvem dizer que "é a barriga de São Pedro que está roncando" ou que "São Pedro está mudando os móveis do céu de lugar". E, quando chove mesmo, "é São Pedro que está lavando o chão do céu".
Na Bahia e em comunidades pesqueiras do Ceará, São Pedro é comemorado em alto-mar, com uma procissão em meio às ondas. No cortejo em frágeis jangadas artesanais, os fiéis pedem proteção aos céus.
A imagem do santo, que também é pescador, é colocada em um andor e vai navegando pelo litoral.
Depois do cortejo, os pescadores participam de uma missa campal na beira da praia.
A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.
Nascido em um vilarejo pagão na Galiléia, levou a vida como pescador na cidade de Carfanaum, até que, junto com seu irmão André, foi convocado por João Evangelista para fazer parte do grupo mais próximo de seguidores de Jesus Cristo.
Simão era um dos apóstolos preferidos de Cristo, que admirava sua liderança firme e lhe deu o nome de Pedro (Petrus), que significa pedra, rocha. Justificando isso, Jesus teria dito: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".
Dizem que Pedro viveu muitos anos após a morte de Jesus Cristo, dedicando sua vida à pregação das palavras de seu mestre pelo Império Romano, tanto na Palestina quanto em Antióquia. Por esse motivo e por sua proximidade com Cristo, ele é considerado fundador da Igreja Católica Romana.
Contam algumas versões que Pedro foi executado em Roma quando tinha 64 anos.
Porteiro do céu
O povo vê São Pedro como o "porteiro do céu", o manda-chuva e o padroeiro dos pescadores.
A presença dele na tradição oral portuguesa e brasileira é constante. Quando começa a trovejar, as crianças sempre ouvem dizer que "é a barriga de São Pedro que está roncando" ou que "São Pedro está mudando os móveis do céu de lugar". E, quando chove mesmo, "é São Pedro que está lavando o chão do céu".
Na Bahia e em comunidades pesqueiras do Ceará, São Pedro é comemorado em alto-mar, com uma procissão em meio às ondas. No cortejo em frágeis jangadas artesanais, os fiéis pedem proteção aos céus.
A imagem do santo, que também é pescador, é colocada em um andor e vai navegando pelo litoral.
Depois do cortejo, os pescadores participam de uma missa campal na beira da praia.
A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.
Santo Antônio
Festejado no dia 13 de junho, Santo Antônio é um dos santos de maior devoção popular tanto no Brasil como em Portugal.
Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195 e faleceu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231.
Recebeu o nome de Antônio ao passar, em 1220, da Ordem de Santo Agostinho para a Ordem de São Francisco e é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua.
Santo Antônio era admirado por seus dotes de ótimo orador, pois quando pregava a palavra de Deus ela era entendida até mesmo por estrangeiros.
É por assim dizer o “santo dos milagres”, como afirmou o padre Antônio Vieira em um sermão de 1663 realizado no Maranhão: “Se vos adoece o filho, Santo Antônio; se vos foge um escravo, Santo Antônio; se requereis o despacho, Santo Antônio; se aguardais a sentença, Santo Antônio; se perdeis a menor miudeza de vossa casa, Santo Antônio; e, talvez se quereis os bens alheios, Santo Antônio”.
É o santo familiar e protetor dos varejistas em geral, por isso é comum encontrar sua figura em estabelecimentos comerciais.
É também o padroeiro das povoações e dos soldados, pois enfrentou em vida aventuras guerreiras como soldado português. Sua figura aparece com destaque em episódios da História do Brasil: teria desempenhado o papel de heróico defensor da integridade do solo brasileiro, como explicam os cronistas que relatam a libertação de Pernambuco dos holandeses, assim como os que falam da defesa da colônia do Sacramento, ao Sul, e do Rio de Janeiro com relação aos franceses, atribuindo a vitória à proteção deste santo.
Sua influência é marcante entre o povo brasileiro.
Seus devotos, em geral, não têm em casa uma imagem grande do santo e preferem levar no bolso uma pequena para se proteger.
É a ele que as moças ansiosas pedem um noivo. A prática de colocar o santo de cabeça para baixo no sereno, amarrada num esteio, ou de jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja atendido, por exemplo, é bastante comum entre os devotos.
Os devotos mais extremistas só confiam seu pedido à imagem do Santo Antônio das igrejas franciscanas, procuradas especialmente nas terças-feiras e de modo particular no dia 13 de junho.
Todos são devotos desse santo “camarada”. Os cantadores se apegam muito a Santo Antônio para tentar vencer os desafios, pois o consideram o mais fiel e o maior intercessor, os vaqueiros pedem proteção contra o estouro da boiada e os pescadores acreditam que no dia 13 de junho as redes se enchem de peixes.
Em homenagem a Santo Antônio, geralmente realizam-se duas espécies de rezas e festas: os responsos, quando ele é invocado para achar objetos perdidos, e a trezena, cerimônia que se prolonga com cânticos, foguetório e comes e bebes de 10 a 13 de junho de cada ano.
Trezena de Santo Antônio Reza-se por treze dias, por treze terças-feiras ou treze domingos seguidos, orações invocando o Divino Espírito Santo e oferecendo a devoção a Santo Antônio.
O número treze, no caso, refere-se ao dia em que Santo Antônio faleceu e não ao poder mágico do número.
Diz-se que a origem desta trezena ocorreu em Bolonha. Uma senhora tinha grande devoção por Santo Antônio e, precisando de uma graça, visitou por nove dias seguidos o altar dedicado a ele, na Igreja de São Francisco, orando pela intercessão do santo na solução de seus problemas.
O pedido atendido fez a fama do santo espalhar-se e deu início à prática. Logo, logo, os nove dias transformaram-se em treze, já que, como foi dito, a data lembrava a morte do santo, em 13 de junho de 1231.
Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195 e faleceu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231.
Recebeu o nome de Antônio ao passar, em 1220, da Ordem de Santo Agostinho para a Ordem de São Francisco e é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua.
Santo Antônio era admirado por seus dotes de ótimo orador, pois quando pregava a palavra de Deus ela era entendida até mesmo por estrangeiros.
É por assim dizer o “santo dos milagres”, como afirmou o padre Antônio Vieira em um sermão de 1663 realizado no Maranhão: “Se vos adoece o filho, Santo Antônio; se vos foge um escravo, Santo Antônio; se requereis o despacho, Santo Antônio; se aguardais a sentença, Santo Antônio; se perdeis a menor miudeza de vossa casa, Santo Antônio; e, talvez se quereis os bens alheios, Santo Antônio”.
É o santo familiar e protetor dos varejistas em geral, por isso é comum encontrar sua figura em estabelecimentos comerciais.
É também o padroeiro das povoações e dos soldados, pois enfrentou em vida aventuras guerreiras como soldado português. Sua figura aparece com destaque em episódios da História do Brasil: teria desempenhado o papel de heróico defensor da integridade do solo brasileiro, como explicam os cronistas que relatam a libertação de Pernambuco dos holandeses, assim como os que falam da defesa da colônia do Sacramento, ao Sul, e do Rio de Janeiro com relação aos franceses, atribuindo a vitória à proteção deste santo.
Sua influência é marcante entre o povo brasileiro.
Seus devotos, em geral, não têm em casa uma imagem grande do santo e preferem levar no bolso uma pequena para se proteger.
É a ele que as moças ansiosas pedem um noivo. A prática de colocar o santo de cabeça para baixo no sereno, amarrada num esteio, ou de jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja atendido, por exemplo, é bastante comum entre os devotos.
Os devotos mais extremistas só confiam seu pedido à imagem do Santo Antônio das igrejas franciscanas, procuradas especialmente nas terças-feiras e de modo particular no dia 13 de junho.
Todos são devotos desse santo “camarada”. Os cantadores se apegam muito a Santo Antônio para tentar vencer os desafios, pois o consideram o mais fiel e o maior intercessor, os vaqueiros pedem proteção contra o estouro da boiada e os pescadores acreditam que no dia 13 de junho as redes se enchem de peixes.
Em homenagem a Santo Antônio, geralmente realizam-se duas espécies de rezas e festas: os responsos, quando ele é invocado para achar objetos perdidos, e a trezena, cerimônia que se prolonga com cânticos, foguetório e comes e bebes de 10 a 13 de junho de cada ano.
Trezena de Santo Antônio Reza-se por treze dias, por treze terças-feiras ou treze domingos seguidos, orações invocando o Divino Espírito Santo e oferecendo a devoção a Santo Antônio.
O número treze, no caso, refere-se ao dia em que Santo Antônio faleceu e não ao poder mágico do número.
Diz-se que a origem desta trezena ocorreu em Bolonha. Uma senhora tinha grande devoção por Santo Antônio e, precisando de uma graça, visitou por nove dias seguidos o altar dedicado a ele, na Igreja de São Francisco, orando pela intercessão do santo na solução de seus problemas.
O pedido atendido fez a fama do santo espalhar-se e deu início à prática. Logo, logo, os nove dias transformaram-se em treze, já que, como foi dito, a data lembrava a morte do santo, em 13 de junho de 1231.
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Santo Antonio
São João
Tradição em todo o Nordeste, a festa em homenagem a São João é o ponto máximo dos festejos juninos, tanto no interior quanto na capital.
Na capital, o arrasta-pé se concentra no Pelourinho, transformado em um verdadeiro arraiá e todo decorado com bandeirolas, fitas coloridas e balões juninos.
Trios nordestinos e grandes nomes do forró se revezam em apresentações pelas ruas de paralelepípedo do Centro Histórico e nos palcos armados nas praças.
As principais cidades do estado se organizam com uma infra-estrutura de shows e serviços completa para receber bem os visitantes.
As ruas, casas, bares e restaurantes entram no clima dos festejos; todos decorados ao estilo junino.
Na praça principal, artistas locais e nacionais dão o tom dos festejos, regados a muito licor e comidas típicas (comercializados nas várias barracas armadas ao redor).
A culinária, por sinal, é um dos grandes destaques da festa. Pamonha, canjica, mugunzá, amendoim, bolos de carimã, aimpim e fubá, milho assado e cozido são algumas das iguarias típicas desta época do ano.
Informações:O dia de celebração a São João é 24 de junho.
Os festejos, por sua vez, se estendem um pouco mais por todo o estado, normalmente, de 22 à 26 de junho.
Na capital, o arrasta-pé se concentra no Pelourinho, transformado em um verdadeiro arraiá e todo decorado com bandeirolas, fitas coloridas e balões juninos.
Trios nordestinos e grandes nomes do forró se revezam em apresentações pelas ruas de paralelepípedo do Centro Histórico e nos palcos armados nas praças.
As principais cidades do estado se organizam com uma infra-estrutura de shows e serviços completa para receber bem os visitantes.
As ruas, casas, bares e restaurantes entram no clima dos festejos; todos decorados ao estilo junino.
Na praça principal, artistas locais e nacionais dão o tom dos festejos, regados a muito licor e comidas típicas (comercializados nas várias barracas armadas ao redor).
A culinária, por sinal, é um dos grandes destaques da festa. Pamonha, canjica, mugunzá, amendoim, bolos de carimã, aimpim e fubá, milho assado e cozido são algumas das iguarias típicas desta época do ano.
Informações:O dia de celebração a São João é 24 de junho.
Os festejos, por sua vez, se estendem um pouco mais por todo o estado, normalmente, de 22 à 26 de junho.
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quarta-feira, 21 de maio de 2008
Calendário de Festas
Janeiro
Evento Local
Pôr do Sol Daniela Mercury Largo do Farol da Barra 1
Procissão do Nosso Sr. dos Navegantes Bahia de Todos os Santos 1
Festa da Lapinha Largo da Lapinha 5 e 6
Lavagem do Bonfim Conceição da Praia à Colina do Bonfim móvel
Festa da Ribeira Ribeira móvel
Salvador Folia A definir móvel
Lavagem de Ondina Bahia Othon Palace Hotel móvel
Festa de São Lázaro Federação / São Lázaro 2
Fevereiro
Festa de Yemanjá Rio Vermelho 2
Lavagem de Itapuã Itapuã móvel
Carnaval Diversos bairros da Cidade móvel
Março
Presente de Yemanjá de Humaitá Humaitá - Monte Serrat 8
Fundação da Cidade do Salvador Centro da Cidade 29
Abril
Procissão de Ramos Centro Histórico - Pelourinho móvel
Sexta-Feira Santa Dique do Tororó móvel
Paixão - Procissão do Senhor Morto Centro Histórico - Pelourinho móvel
Tiradentes Feriado Nacional 21
Maio
Procissão de São Francisco Xavier Centro Histórico - Pelourinho 10
Junho
Festa do Divino Espírito Santo Largo de Santo Antônio móvel
Trezena de Santo Antônio Praça da Sé 13
Corpus Christi Centro Histórico - Pelourinho móvel
Festa de São João Todo o Estado da Bahia 24
Julho
Festa da Independência da Bahia Centro da Cidade 2
Agosto
Festa de São Roque Federação / São Lázaro 16
Setembro
Independência do Brasil Feriado Nacional 7
Festa de São Cosme e São Damião Bairro da Liberdade e outros 27
Outubro
Nossa Senhora Aparecida Feriado Nacional 12
Novembro
Finados Feriado Nacional 2
Proclamação da República Feriado Nacional 15
Dia Nascional da Consciência Negra - Homenagem a Zumbi dos Palmares
Bairros diversos 20
Dia Municipal do Hip Hop Bairros diversos 21
Dia da Baiana Centro Histórico - Pelourinho 25
Dia Municipal do Samba de Roda Centro Histórico - Pelourinho 25
Dezembro
Dia do Samba Centro Histórico - Pelourinho 2
Festa de Santa Bárbara Centro Histórico - Pelourinho 4
Festa de Nª. Srª. da Conceição Praça Cairu - Conceição da Praia 8
Festa de Santa Luzia Rua do Pilar - Comércio 13
Festa Natalina Praça da Sé 9 a 25
Reveillon Orla da Cidade 31
Evento Local
Pôr do Sol Daniela Mercury Largo do Farol da Barra 1
Procissão do Nosso Sr. dos Navegantes Bahia de Todos os Santos 1
Festa da Lapinha Largo da Lapinha 5 e 6
Lavagem do Bonfim Conceição da Praia à Colina do Bonfim móvel
Festa da Ribeira Ribeira móvel
Salvador Folia A definir móvel
Lavagem de Ondina Bahia Othon Palace Hotel móvel
Festa de São Lázaro Federação / São Lázaro 2
Fevereiro
Festa de Yemanjá Rio Vermelho 2
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Março
Presente de Yemanjá de Humaitá Humaitá - Monte Serrat 8
Fundação da Cidade do Salvador Centro da Cidade 29
Abril
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Sexta-Feira Santa Dique do Tororó móvel
Paixão - Procissão do Senhor Morto Centro Histórico - Pelourinho móvel
Tiradentes Feriado Nacional 21
Maio
Procissão de São Francisco Xavier Centro Histórico - Pelourinho 10
Junho
Festa do Divino Espírito Santo Largo de Santo Antônio móvel
Trezena de Santo Antônio Praça da Sé 13
Corpus Christi Centro Histórico - Pelourinho móvel
Festa de São João Todo o Estado da Bahia 24
Julho
Festa da Independência da Bahia Centro da Cidade 2
Agosto
Festa de São Roque Federação / São Lázaro 16
Setembro
Independência do Brasil Feriado Nacional 7
Festa de São Cosme e São Damião Bairro da Liberdade e outros 27
Outubro
Nossa Senhora Aparecida Feriado Nacional 12
Novembro
Finados Feriado Nacional 2
Proclamação da República Feriado Nacional 15
Dia Nascional da Consciência Negra - Homenagem a Zumbi dos Palmares
Bairros diversos 20
Dia Municipal do Hip Hop Bairros diversos 21
Dia da Baiana Centro Histórico - Pelourinho 25
Dia Municipal do Samba de Roda Centro Histórico - Pelourinho 25
Dezembro
Dia do Samba Centro Histórico - Pelourinho 2
Festa de Santa Bárbara Centro Histórico - Pelourinho 4
Festa de Nª. Srª. da Conceição Praça Cairu - Conceição da Praia 8
Festa de Santa Luzia Rua do Pilar - Comércio 13
Festa Natalina Praça da Sé 9 a 25
Reveillon Orla da Cidade 31
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Homenagem,
Praias,
Zumbi
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