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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Asa de Águia

Quebra aê...quebra aê!! olha o Asa aê...


No final dos anos 80, o Carnaval baiano fervilhava com os novos ritmos que surgiam. O frevo e o galope ainda tinham espaço, mas o swing do ijexá e do fricote conquistavam cada vez mais os baianos. Foi nesse cenário, que em 1987, aconteceu à transição de Durval Lelys e sua turma da Banda Pinel para a banda Asa de Águia. A primeira formação da banda era: Durval Lelys (vocal e guitarra), Rambo (teclados), Tião (bateria), Levi (baixo) e Wilson Café (percussão).
No Carnaval daquele ano, que aconteceu nos dias 01, 02 e 03 de março, a banda Pinel animava os foliões do bloco Pinel mas depois do Carnaval a banda Asa de Águia começou a tocar em festas de formatura e colocou o pé na estrada pra fazer shows pelo interior dando início a uma carreira independente do bloco.
Durval se associa ao amigo Marcelo Brasileiro, criam a banda Asa de Águia e fundam a DUMA Produções para administrá-la.
A estréia no mundo musical veio com uma mistura gostosa de ritmos, um pouco de Rock, Samba-Reggae, Country e Afoxé. O primeiro hit da banda foi a música "Bota Pra Ferver" começando a tocar nas rádios de Salvador e logo se espalhou para o interior e Sergipe. Na seqüência a música "Take It Easy" foi a segunda faixa do disco a estourar nas rádios, os solos de guitarra virariam marca registrada da banda abrindo muitas portas para essa trajetória de sucesso do Asa até hoje.

Os primeiros ensaios do Asa eram realizados na casa de veraneio da família Lelis, localizada no bairro da Boca do Rio. Nesses ensaios artistas locais e até mesmo os músicos da banda 14 Bis, em turnê pela cidade, marcaram presença. Aconteceu também a festa chamada "Mercado Dancing" que transformou o restaurante Camaféu de Oxossi em um espaço novo para eventos, e o show do Asa abalou as estruturas do Mercado Modelo, em Salvador. Em agosto a banda faz seu primeiro show oficial, com ingressos vendidos, registrando o início da carreira, realizado na Concha Acústica de Salvador e produzido pela DUMA Produções, para um público de aproximadamente 3 mil pessoas que na época era quase a capacidade total do espaço.

Um fato inédito até então para os blocos de carnaval, as mortalhas (atualmente abadás) foram esgotados com aproximadamente 2 meses de antecedência do início do carnaval. As festas dos blocos tinham a tradição de convidar uma banda de fora para dividir o palco com a banda do bloco. Durval com sua irreverência sugeriu e apostou no reggae em eventos de carnaval, convidou o cantor baiano Edson Gomes e promoveu uma festa no antigo Clube Baiano de Tênis, provando que sua idéia foi um grande sucesso.

Surgiu o "abadá", criado por Durval Lelys e pelo publicitário e artista gráfico baiano Pedrinho da Rocha para substituir a incômoda e cansativa mortalha. Em 23 de setembro a banda estava indo fazer um show em Aracaju e ocorreu um acidente na estrada, na altura da cidade Entre Rios, o ônibus virou e não houve vítimas fatais. No dia 26 de novembro, após uma missa em agradecimento na Igreja do Senhor do Bonfim, realizou um show aberto ao público, no pé da ladeira, chamado "Asa Agradece".

Chiclete com Banana

"Quero Chiclete!"

Com uma discografia de 25 discos, prêmios pelo Brasil e exterior, média de 130 shows por ano, 15 discos de ouro, 10 discos de platina e 1 DVD de platina, suas músicas se transformam em grandes sucessos nas rádios de todo Brasil e se imortalizam na voz de uma legião de fiéis seguidores que se denominam CHICLETEIROS, verdadeiros guerreiros da alegria.

Tudo começou nos tradicionais bailes de formatura, os embalos dos sábados e festanças pelo interior. A banda Scorpius começava sua trajetória, e desde aquela época causava curiosidade pelas suas apresentações muito originais. Era o prenúncio do que o futuro reservava para os rapazes Scorpianos: um novo estilo, um novo nome e uma gigantesca tribo de fervorosos fãs pelos quatro cantos do mundo onde o lema é a alegria e a felicidade.

Agrupados há mais de 26 anos, misturando vontade e audácia, viajaram por diversas influências musicais: Luiz Gonzaga, Moraes Moreira, Beatles, Carlos Santana, Novos Baianos, Rolling Stones. E numa ousadia baiana misturaram tudo. Por isso, Nildão, cartunista e artista gráfico, gritou em alto e bom som: “isso é uma louca mistura”. Aconselhou o grupo trocar o nome americanizado, Scorpius, para o tropical e sonoro CHICLETE COM BANANA.

O TRIO ELÉTRICO entrou na vida do grupo em 1980, partindo de uma idéia arquitetada por Bell Marques. Uma grande ousadia, pois os famosos trios daquela época, como Moraes Moreira, Armandinho, Dodô e Osmar, Tapajós, entre outros reinavam absolutos no carnaval da Bahia.

Os dias se seguiram, os anos se passaram e a trajetória do Chiclete com Banana tomava forma de história, fazendo com que cada ato servisse de aprendizado para os novos que surgiam. Evoluíram o trio elétrico, mudaram todo o seu sistema sonoro, em uma estratégia regida pelo Mixer Wilson Marques, que buscou colocar no trio a mesma sonoridade de um palco dos grandes concertos musicais, conseguindo esse objetivo com a utilização de equipamentos nunca antes usado e a mudança total da localização da banda, que antes ficava dividida, percussão em baixo, e vocalista e instrumentos de harmonia em cima.

PRIMEIRO DISCO: Convidados pelo produtor musical Pedrinho da Luz, guitarrista do Conjunto The Fevers, viajaram para o Rio de Janeiro para gravar o primeiro disco que levou o nome de TRAZ OS MONTES, o horizonte sinalizava uma carreira seqüenciada de sucessos.

Várias primaveras, outonos e invernos, mas o verão se fez presente como a estação da alegria e ali estava o Chiclete inovando sempre e carregando na bagagem o lema de “Não cantar para anjos nem para museus, e sim para um povo que existe e precisa viver”.

BLOCO TRAZ OS MONTES: formado por jovens estudantes da Barra, bairro nobre de Salvador, que acreditaram na proposta de Bell Marques e em 1980 contrataram a banda para tocar no seu trio e puxar o bloco pelas avenidas de Salvador. O sucesso realizado pelo Chiclete no Traz os Montes foi o ponta-pé inicial na trajetória vencedora do grupo.

BLOCO TRAZ A MASSA: O Carnaval da Bahia é assim: brincam ricos e pobres, misturam-se religiões com os mais diversos segmentos sociais mas a folia é a mesma. O Traz a Massa, um bloco mais popular porém rico em energia, e lá estava o Chiclete levando sua música e sua alegria pelas ruas centrais de Salvador.

OS INTERNACIONAIS: um dos mais tradicionais do carnaval baiano, no inicio só homens podiam desfilar no bloco. Fantasias e alegorias faziam parte da história do INTER, no sábado e segunda abandonavam a fantasia e de mortalha dividiam a alegria com esposas, namoradas e paqueras no Bloco EU E ELA. E lá no alto do trio, o Chiclete com Banana comandava a folia. SÃO VINTE CINCO ANOS DE PAZ DO BLOCO OS INTERNACIONAIS.

BLOCOS ATUAIS:

OLHA O CAMALEÃO AÍ GENTE: Depois de namorar tantos blocos, finalmente o casamento. Chiclete e Camaleão. Atualmente o bloco de maior prestígio, o mais procurado e o mais amado. Sua marca a patinha do Camaleão, atravessou fronteiras e o Brasil descobriu o carnaval da Bahia. E onde esta o Chiclete? Lá em cima do trio cantando para baianos e turistas que invadem o espaço camaleônico para brincar, paquerar, beijar e por fim gritarem: “EU SOU CAMALEÃO SOU SEU AMOR”.

NANA BANANA: Chamado carinhosamente de NANA. A afirmação mais ouvida nos dias próximos ao carnaval é: “EU VOU NO NANA” e todo mundo vai. Jovens bonitos, alegres e travessos, tendo o pôr-do-sol como testemunha invadem a avenida principal da Barra em direção a Ondina. Um colorido deslumbrante, um momento mágico e único, quando os primeiros acordes do Chiclete são ouvidos anunciando que o carnaval começa naquele momento e que não existe mais espaço para tristeza.

OH!!! OH!! NANAÊ VEM BANANEAR. Ele invadiu o Brasil. Aracaju, Belém, Brasília, Fortaleza, Goiânia João Pessoa, Maceió, Natal, Recife, Ribeirão Preto, São Luiz, Teresina, Uberaba e Vitória do Espírito Santo. Todos se renderam a alegria contagiante do Nana Banana.

VÔA-VÔA: o caçula dos blocos que o Chiclete toca no carnaval, surgiu de mais uma idéia mirabolante de Bell Marques.
“O Carnaval esta acabando cedo para o Chiclete, vamos fazer um bloco para encerrar o carnaval.” Disse Bell. E assim surgiu o VÔA-VÔA. Depois de cinco dias de folia seus associados estão lá, INTEIROS, parecendo que a festa está apenas começando e o Chiclete lá, harmonizando os últimos acordes da folia baiana, chegando em ondina e sendo recebido pelo sol que acorda mais cedo para desejar aos associados um bom retorno para casa. VÔA-VÔA!

SIRIGÜELLA, Lá na terra do sol, Fortaleza são 14 anos de alegria e cumplicidade com o melhor bloco do Fortal. O SPAZZIO, na cidade do Forró, é só alegria na Micarande. MASSICAS foi o melhor tempo de Vitória da Conquista, êta frio gostoso daquela cidade, mas a temperatura esquentava logo na saída do bloco.
E o Chiclete sempre voando de cidade para cidade levando na sua bagagem a alegria necessária para agitar a galera.

TRIO REX, como é carinhosamente chamado, é o trio onde o Chiclete se apresenta, um trio especial e vencedor. Oito anos eleito o melhor do carnaval. Wilson Marques, líder absoluto, onde rege uma orquestra de técnicos que colocam em funcionamento o TIRANOSSAURO REX, conhecido como o “Predador da Tristeza”. Equipado com camarim totalmente refrigerado, sistema sonoro frontal móvel conforme a direção do caminhão, plataformas laterais hidráulicas e outros equipamentos sofisticadíssimos que fazem o REX ser um destaque no carnaval.


VIAGENS PARA EXTERIOR:
Tendo a alegria como bagagem, O Chiclete atravessou fronteiras e partiu para outros países mostrando o swing e a fusão dos ritmos baianos. As primeiras viagens foram para a Europa: Espanha, festa de San Izidro em Madri, França: Paris e Deuxville, Alemanha, numa excursão por oito cidades que foi repetida no ano seguinte, Chegou então a vez da América do Norte: Miami (Miami beach, primeiro trio na terra do tio Sam, NY (Brazillian Day). Na América do Sul, o Chiclete foi para a Argentina comemorar os 500 anos da descoberta da América.

Em 2006, volta aos Estados Unidos em uma excursão de grande sucesso e repercussão, que lhe rendeu o PRESS AWARD 2007, na categoria , Outstanding Brazilian Music US Tour - AXÉ (Destaque Tournê U.S. de Show Brasileiro - AXÉ).

Em 2007 a alegria continua. Shows, Discos, Músicas novas, sucessos e prêmios. E a cada dia crescendo a legião que vai “atrás do caminhão”, porque quem é Chicleteiro Deus abençoa e quem não é Deus perdoa.

Esse é um pequeno resumo da trajetória do Chiclete com Banana, pequeno sim, porque se tudo fosse contado aqui teríamos que expandir o Hard Disk do computador.

Washington Bell Marques da Silva - Bell Marques, vocal, guitarra, violão e compositor. Na adolescência, seu irmão Wilson, que na época trabalhava numa casa de som, pedia sempre para ele instalar alguns sons na região. Com isto, Bell ganhava o dinheirinho com que comprou o seu primeiro instrumento para tocar com Rey, desde aquela época seu amigo.
Formaram, então, a Banda SCORPIUS, que conseqüentemente o transformou em vocalista e tecladista. Com a nova formação e a mudança de nome do grupo, Bell tornou-se um dos maiores comunicadores de trio elétrico e revolucionou o bloco Traz os Montes, tocando ao invés de teclado, guitarra.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Olodum

Nasceu no Maciel/Pelourinho e foi criado por moradores da própria comunidade.
A entidade saiu pela primeira vez em 1979, com o tema "Festa para o Nêgo de Oyó", tornando-se um dos mais antigos e tradicionais blocos de expressão africana do Carnaval. Atualmente, o grupo também promove ações na área da educação.



Historia do Bloco
O Bloco Afro O Olodum foi fundado em 25 de abril de 1979 durante o período carnavalesco como opção de lazer aos moradores do Maciel-Pelourinho, garantindo-lhes assim, o direito de brincarem o carnaval em um bloco e de forma organizada.
É uma Organização não Governamental (ONG) do movimento negro brasileiro.
Desenvolve ações de combate à discriminação racial, estimula a auto-estima e o orgulho dos afro-brasileiros, defende e luta para assegurar os direitos civis e humanos das pessoas marginalizadas, na Bahia e no Brasil.
Ação social, eventos e a comunidade do Maciel-Pelourinho.
O Olodum realiza durante o ano, várias atividades que criam oportunidades e geração de renda para os comerciantes na área do Maciel - Pelourinho.
Este é o Olodum, cumprindo seu papel e traçando o seu caminho ao longo de sua jornada de lutas e vitórias, as quais lhe proporcionaram chegar a este novo século e milênio que iniciou, construindo a cidadania, celebrando a história e almejando o desenvolvimento entre todos os brasileiros através de uma democracia plena.

Malê-Debalê

Fundado em 1979 por um grupo de moradores do bairro de Itapuã.
O nome do bloco é uma homenagem aos Malês, negros muçulmanos que lutaram contra o processo de escravidão e constituíram uma comunidade de resistência ativa na Bahia.
O Malê tem na sua percussão e na sua dança um elo forte com a tradição cultural afro, mesclada com o viver popular e o mental coletivo contemporâneo de sua comunidade.
Bloco afro fundado a 23 de maio de 1979, em Abaeté, próximo à Lagoa de Abaeté, em Salvador.
Foi campeão, em 1980, com o tema "Reino Domador dos Axantes". Suas cores são vermelha, branca, verde, preta e amarela.
Os instrumentos de sua bateria são surdo-de-marcação, tamborins, tumbadoras, surdos-de-repique, taróis e caixas. Um de seus destaques é o berimbau, instrumento introduzido por Mestre Ulisses. Malê-Debalê, em dialeto afro, significa "Negros felizes".

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Pelourinho

Pelourinho: riqueza cultural, orgulho da cidade!
O Pelourinho, muitas vezes é confundido com toda a região do Centro Histórico de Salvador, mas abrange apenas as ruas que vão do Terreiro de Jesus até o Largo do Pelourinho. Seu nome, conhecido também como Picota, refere-se a uma forma ou instrumento de jurisdição feudal, utilizado em terras brasileiras, para punir os negros escravos.
Este sítio histórico, reconhecido em 1980 como Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, está ligado a própria construção inicial da Cidade do Salvador, servindo como moradia das famílias abastadas, como centro comercial e administrativo.





Com o crescimento da cidade para outro vetor, em 1950, o Pelourinho e boa parte do próprio Centro Histórico tornam-se moradia popular e palco da cultura negra da cidade; com destaque para a capoeira e a música.
No final de 1990, o Pelourinho e toda a região circunvizinha são submetidos a um processo de revitalização que culmina com a saída dos seus moradores para a instalação de bares, lojas, pequenos comércios e escolas. Esse processo de revitalização gerou sérias críticas, mas também elogios por parte da opinião pública.
Ruas estreitas, calçadas com paralelepípedos, Sobrados coloridos, construções seculares, gente simples, que já foi marginalizada pela história, mas que hoje se orgulha de habitar um dos mais importantes centros históricos do Brasil.
O Pelourinho é tudo isso. Sua trajetória é permeada de momentos glória e também de degradação social, que foi acentuada por lá na década de 60 quando da expansão de outras localidades da capital baiana, o Pelourinho começou a sofrer com o caos econômico.
Hoje, restaurado e tendo sua importância resgatada pelo Governo do Estado da Bahia, é um dos nossos principais pontos turísticos e um dos maiores patrimônios históricos e culturais brasileiros.
Em tempos distantes, a palavra "pelourinho" identificava o lugar dos engenhos reservados para castigar os escravos.
O que é atualmente um local rico em costumes culturais, pólo musical e do artesanato baiano, também serviu para esta triste finalidade. Lá, os senhores de engenho castigavam publicamente os seus escravos, dando ao povo uma prova de poder.
Entre os séculos XVI e XX, a aristocracia de Salvador era população que habitava o Pelourinho. Eram políticos, comerciantes abonados e integrantes do clero se concentravam ali.
As importantes sedes do poder também tinham suas bases lá: Assembléia Legislativa, a sede do Governo do Estado, Câmara Municipal e a sede da Prefeitura.
Atualmente continuam naquela localidade a Câmara Municipal e a Prefeitura da cidade.

Atenção de estrelas
Apesar de o nome ter sido mantido, o Pelourinho foi se transformando em um bairro, ou melhor, no mais imponente conjunto arquitetônico barroco de Salvador, abrigando as mais importantes entre as igrejas da cidade, além de sedes de entidades de respeito como o ijexá Filhos e Gandhy e o afro Olodum.
É neste local, cuja história e sonoridade ecoada dos tambores chamou a atenção de personalidades do música mundial como Michael Jackson e Paul Simon, que estão escolas que lapidam o talento de pequenos músicos, promessas de mostrar a outras gerações a riqueza musical da localidade. É a cultura que ainda guarda fortes influências das culturas africana e indígena.
Também no Pelourinho estão as diversas lojinhas de artesanato, que tanto chamam a atenção dos milhares de turistas que visitam a cidade a cada ano.
Esses, por sua vez, não passam por Salvador sem ser "batizados" com uma caminhada pelas ladeiras do Pelô, como é carinhosamente chamado por nativos e visitantes.
Esses, aliás, são atraídos também pela efervescência cultural que todas as noites toma conta do bairro. É o reggae, é roda de capoeira, é a conversa com os moradores de lá, é a história de cada construção, o artesanato. Tudo quer expressar alguma coisa e nenhum visitante passa impune, acaba se rendendo aos encantos do lugar.

Modernidade e tradiçãoO projeto de recuperação do Pelourinho, posto em prática pelo Governo do Estado, em etapas, desde o ano de 1990, foi simplesmente arrojado.
Casarões, sobrados e templos ganharam novas estruturas e novas cores.
As ruas ganharam mais limpeza, mais segurança.
Quem viu o Pelourinho há dez anos e hoje se depara com tantas mudanças se surpreende com tamanho desenvolvimento, o que trouxe modernidade ao bairro, maior qualidade de vida aos moradores e, claro, aconchego a quem chega.
Pode-se dizer que após a reforma, o Pelourinho resgatou sua pluralidade cultural e religiosa, sem perder sua singularidade turística para a qual sempre teve vocação.
O Pelourinho hoje não é mais dos escravos, é um patrimônio do povo, representa um símbolo da liberdade. Por isso mesmo chama tanto a atenção a ponto de já ter tido sua beleza e história registrados em fotografias, documentários, música, livros. E quem não lembra da minissérie e telenovela da Globo "Dona Flor e seus dois maridos"?
Pelas características topográficas, ao chegar à cidade, o navegador Tomé de Souza decidiu construir no Pelourinho a base da cidade-fortaleza.
O lugar era o ideal, pois estava localizado na parte mais alta da cidade, de frente para o porto, facilitando identificar a ação dos inimigos que poderiam atacar pelo mar.

O Pelourinho fica em cima de uma muralha com quase 90 metros de altura.

Conhecer o Pelourinho desde a sua origem até os dias atuais, nos traz para dentro da sua história.

É possível deslumbrar-se com igrejas de beleza artística e simbólica. Teatros, museus, galerias de arte, entre outros, enriquecem o ambiente, trazendo a arte de uns para perto de todos. Para sentir na pele um pouco dessa história, é preciso circular, então siga os roteiros e vamos circular no Pelô!


BLOCOS AFROS


MUZENZA

Endereço: Rua das Laranjeiras, nº 22 – Pelourinho

Tel.: (71) 3334-6335 

OLODUM

Endereço: Rua Gregório de Matos, nº 05 – Pelourinho

Responsável: Nelson Mendes



AFOXÉ FILHOS DE GANDHY

Endereço: Rua Gregório de Mattos, nº 53 – Pelourinho

Tel.: (71) 3321-7073 / 3321-7073



CORTEJO AFRO

Endereço: Rua Inácio Accioly, nº 27 – Pelourinho

Tel.: (71) 3341-9171 / 9134-2751




CENTROS E ESPAÇOS CULTURAIS


CENTRO CULTURAL CORREIOS

Praça Anchieta, nº 20 – Pelourinho.

Tel.: (71) 3321-6665


CEPAIA – CENTRO DE ESTUDOS AFRO-INDÍGENAS AMERICANAS

Largo do Carmo, nº 04 – Centro Histórico.

Tel.: (71) 3241-0840


ESPAÇO CULTURAL BRASIL AÇU

Rua da Misericórdia, nº 07, loja 2 – Praça da Sé.

Tel.: (71) 3266-3099


ESCOLA DE DANÇA DA FUNCEB

Rua da Oração, nº 01, Terreiro de Jesus – Pelourinho.

Tel.: (71) 3322-5350



GALERIAS DE ARTE

GALERIA SOLAR FERRÃO

Rua Gregório de Mattos, nº 45 – Pelourinho
Tel.: (71) 3117-6380


AFRIKAN ART

Rua Luiz Viana, nº 10, Ladeira do Carmo – Centro Histórico.

Funcionamento:Tel.: (71) 3326-7233


GALERIA DA FUNDAÇÃO PIERRE VERGER

Endereço: Rua da Misericórdia, nº 09, Loja 1 – Praça da Sé.

Tel.: (71) 3321-2341

                         

                           
                           


GALERIA MARCOS ROGGER

Endereço: Rua da Ordem Terceira de São Francisco, nº 05 – Centro Histórico.

Tel.:  (71) 3321-3206


CAFELIER

Endereço: Rua Inácio Acioli, nº 22 – Pelourinho

Funcionamento: Domingo à sexta – 14h às 19h30


GALERIA DE ARTE KOISA NOSSA

Endereço: Praça Anchieta, nº 09, térreo – Praça da Sé.


ATELIER DO ARTISTA

Endereço: Rua Gregório de Mattos, nº 39, térreo – Pelourinho.


BAZAR COLON

Endereço: Praça Anchieta, nº 17 – Pelourinho.


GALERIA ARCADA DAS ARTES

Endereço: Rua Inácio Acioli, nº 07 – Pelourinho.

IGREJAS

CATEDRAL BASÍLICA

Considerada a mais rica de toda a arte barroca luso-brasileira, é revestida interna e externamente em pedra de lioz, possui duas torres e abóbadas em madeira no teto. Na sua fachada pode-se observar imagens de três santos jesuítas, por ser ali o quarto templo do Colégio dos Jesuítas. No interior, as talhas dos altares contam a história da evolução dos estilos da arquitetura na Bahia.



Endereço: Praça 15 de novembro, s/nº – Terreiro de Jesus.

Tel.: (71) 3261-5243
Missas: Quarta à sexta – 18h; Domingo – 9h e 18h



IGREJA SÃO PEDRO DOS CLÉRIGOS

Construída no início do século XIX possui corredores laterais e tribunas superpostas. A sua fachada é em estilo rococó tardio e a decoração interior apresenta uma transição entre o rococó e o neoclássico, com grande painel no teto, além de altar-mor.
Endereço: Praça 15 de novembro, s/nº – Terreiro de Jesus.Tel.: (71) 3321-0966



IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO DOMINGOS

Concluída seis anos após o seu início, tem na fachada estilo rococó e talha atual neoclássica. Possui corredores laterais e tribunas superpostas. O teto da nave é em concepção ilusionista, nos azulejos da Capela-Mor são exibidos retratos de São Domingos. Endereço: Praça 15 de novembro, s/nº – Terreiro de Jesus. Tel.: (71) 3242-4185
Funcionamento: Segunda à sexta – 8h às 12h e 14h às 17h Missas: Domingo – 8h


IGREJA DE SÃO FRANCISCO

Considerada uma das mais ricas igrejas do país, tem todo o interior coberto em ouro. Painéis de azulejos contam a história do nascimento de São Francisco e sua renúncia aos bens materiais. A nave central, cortada por outra menor, forma uma cruz. As pinturas exaltam Nossa Senhora e têm formas de estrelas, hexágonos e octógonos. Na sacristia, estão reunidos 18 painéis a óleo sobre a vida de São Francisco.
Endereço: Praça Anchieta, s/nº – Centro Histórico.Tel.: (71) 3322-6430 Funcionamento: Segunda à sábado




IGREJA E CONVENTO DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO

Vizinha da outra igreja de São Francisco. Sua fachada em pedra lavrada é o único exemplar no Brasil. Durante muito tempo, a fachada esteve encoberta com argamassa e, somente no início do século XX, durante serviços de implantação da rede elétrica na área, foi redescoberto o seu desenho original.
Endereço: Rua Inácio Aciolli, s/nº – Pelourinho. Tel.: (71) 3321-6968.







IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS PRETOS

Sua construção foi iniciada pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos do Pelourinho. A fachada reúne trabalhos delicados e belíssimas torres. Destacam-se em seu interior os painéis de azulejos, os altares neo-clássicos e imagens de Nossa Senhora do Rosário, São Antônio de Cartegerona e São Benedito. Nos fundos, localiza-se um antigo cemitério de escravos.
Endereço: Praça José de Alencar, s/nº – Largo do Pelourinho.Tel.: (71) 3321-6280 Funcionamento: Segunda à sexta – 8h às 18h Missas: Segunda, quarta, sexta e sábado – 9h; Terça – 18h; Domingo – 10h


IGREJA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Após cem anos de construída sofreu grandes mudanças internas nos retábulos e arremates do forro. Para dar mais imponência ao templo, a escadaria, que faz a ligação da igreja com a ladeira do Carmo, foi aberta ao século XIX. Internamente, pode-se destacar um ossuário situado por baixo das escadas.
Endereço: Ladeira do Passo – Carmo. Tel.: (71) 3242-0182

Funcionamento: Segunda à sábado – 8h às 11h e 14h às 17h


IGREJA E SANTA CASA DA MISERICÓRDIA
Construída em meados do século XVII, apresenta interessantes painéis de azulejos e um belíssimo crucifixo de marfim.



Endereço: Rua da Misericórdia, s/nº – Centro Histórico.


MUSEUS (ACERVOS)

MEMORIAL DOS GOVERNADORES REPUBLICANOS DA BAHIA

Registros da história política republicana da Bahia.
Localização: Praça Municipal, s/nº, Palácio Rio Branco – Centro.
Visitação: Segunda – 14h às 18h; terça à sexta – 9h às 18h.Tel.: (71) 3316-6924

MEMORIAL DA CÂMARA MUNICIPAL DO SALVADOR

 No acervo, documentos históricos e uma coleção com pinturas de celebridades, além da visita ao espaço que era utilizado como prisão subterrânea no período colonial, a Enxovia.


Localização: Praça Tomé de Souza, s/nº – Centro.
Visitação: Segunda à sexta – 9h às 18h.Tel.: (71) 3320-0100

MUSEU DA MISERICÓRDIA.
Fazem parte do seu acervo, pinturas, esculturas, imaginária, imobiliário, prataria, ourivesaria, azulejaria, alfaias a paramentos datados do século XVII e XIX.
Localização: Rua da Misericórdia – Centro Histórico.
Visitação: Segunda à sábado – 10h às 17h.Tel.: (71) 3322-7666

GALERIA DA FUNDAÇÃO PIERRE VERGER.
Acervo composto de fotografias retratando os continentes. É possível a compra de reproduções fotográficas, camisetas e publicações.
Localização: Rua da Misericórdia, nº 09, loja 1 – Praça da Sé.
Tel.: (71) 3321-2341

MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA DA UFBA.
Localizado no edifício que abrigou o colégio dos Jesuítas, apresenta objetos arqueológicos pré-coloniais e coloniais.


Localização: Terreiro de Jesus, s/nº, Antiga Faculdade de Medicina – Pelourinho.
Visitação: Segunda à sexta – 9h às 18h.Tel.: (71) 3283-5530

MUSEU AFRO-BRASILEIRO.
Expões objetos representativos da cultura africana e peças relacionadas à religião afro-brasileira na Bahia.


Localização: Terreiro de Jesus, s/nº, Antiga Faculdade de Medicina – Pelourinho.
Visitação: Segunda à sexta – 9h às 18h.Tel.: (71) 3321-2013

MUSEU DA ORDEM 3ª DE SÃO FRANCISCO. 
Acervo de arte sacra.
Localização: Rua Ordem Terceira – Centro Histórico.
Visitação: Segunda à domingo – 8h às 17h.Tel.: (71) 3321-6968 / 3322-8306

MUSEU EUGÊNIO TEIXEIRA LEAL.
Acervo composto de moedas, medalhas, condecorações nacionais e estrangeiras, mobiliário, pintura, placas e troféus.
Localização: Rua J. Castro Rabello, nº 01 – Pelourinho.
Tel.: (71) 3321-9551

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA
O acervo é composto de uma coleção que pertenceu ao ceramista Udo Knoff. Há também, peças de origem européia e azulejos da velha Salvador.

Localização: Rua Frei Vicente, nº 03 – Pelourinho.
Visitação: Terça à sexta – 10h às 18h; Sábado e domingo – 13h às 17h.Tel.: (71) 3117-6388

MUSEU TEMPOSTAL.
Exposição de postais e fotografias da coleção do fundador Antônio Marcelino. Através da sua coleção, o mundo é revisto nas mais diversas épocas e nos mais variados aspectos.





Localização: Rua Gregório de Mattos, nº 33 – Pelourinho.
Visitação: Terça à sexta – 10h às 18h; Sábado e domingo – 13h às 17h.
Tel.: (71) 3117-6382

MUSEU ABELARDO RODRIGUES.

O seu acervo possui a mais valiosa coleção de arte sacra do Brasil. Imagens, pinturas, altares, oratórios, crucifixos e fragmentos de talha, constituem a coleção de arte erudita e popular que pertencia à Abelardo Rodrigues e foi comprada pelo Governo do Estado.
Localização: Rua Gregório de Mattos, nº 45 – Pelourinho.
Tel.: (71) 3117-6380

GALERIA SOLAR FERRÃO.
A Galeria foi criada como um espaço de incentivo e difusão de cultura, realizando mostras de artistas locais e estrangeiros.
Localização: Rua Gregório de Mattos, nº 45 – Pelourinho.
Tel.: (71) 3117-6380

MUSEU DA CIDADE.
Reúne um acervo representativo das manifestações culturais soteropolitanas, além de coleções de imagens de orixás em tamanho natural e de peças de uso pessoal do poeta Castro Alves.



Localização: Largo do Pelourinho, nº 03 – Pelourinho.
Visitação: Segunda à sexta – 12h às 17hTel.: (71)3321-1967


FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO.
O espaço cultural foi criado com o intuito de preservar, estudar e expor o trabalho do grande romancista baiano, Jorge Amado. O acervo é composto de extensa coleção de fotografias, vídeos, cartas, documentos, cartazes e objetos relacionados ao autor e suas obras. É possível encontrar, também, obras da mulher do romancista, Zélia Gattai.
Localização: Largo do Pelourinho – Centro Histórico.
(71) 3321-0122/ 3321-0070


MUSEU DA GASTRONOMIA BAIANA.
O museu apresenta uma exposição de longa duração dedicada à herança gastronômica da Bahia.
Localização: Praça José de Alencar, nº 13/19, Largo do Pelourinho – Centro.
Visitação: Segunda à sexta – 11h às 19h.Tel.: (71) 3324-4553

CASA DO BENIN.
O acervo abriga uma mostra permanente de artesanato do Benin, composta de objetos de metais, cerâmica e cestaria, além de apresentar exposições temporárias de artistas locais.

                   


Localização: Rua Santo Agostinho, nº 17 – Centro Histórico.

Serviços
O Pelourinho é um dos mais visitados pontos turísticos da Bahia, portanto, milhares de pessoas circulam entre as suas ruas diariamente. Para atender à essa demanda, o Pelourinho dispõe de uma estrutura de serviços, desde bancos, estacionamentos, delegacias à consulados e posto de saúde. Dessa forma, os visitantes, moradores e comerciantes podem desfrutar o ambiente com mais comodidade e sem preocupações.

DELTUR – DELEGACIA DE PROTEÇÃO AO TURISTA
Praça Anchieta, nº 14 – Cruzeiro de São Francisco – Pelourinho
Tel.: (71)3116-6512 / 3116-6531
Funcionamento: 24 horas

SAT – SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO TURISTA
Rua das Laranjeiras, nº 12
Tel.: (71) 3321-2133 / 3321-2463
Diariamente das 8:30h às 21h


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Afoxés

A religiosidade do Candomblé surge no Carnaval na forma de blocos de Afoxé. surgidos em 1885, eles são considerados as mais antigas entidades a participarem do Carnaval. As fantasias dos associados levam para as ruas a inspiração africana, e as bandas apresentam-se cantando e dançando no ritmo de ijexá. Não raro as músicas e o próprio nome dos blocos são cantados em lingua Nagô ou Iorubá, em saudação e louvor aos orixás.
Atabaques, agogõs e xequerês marcam o ritmo dos desfiles.

Filhos de Gandhy - (71) 3321-7073
(No maior e mais famoso bloco de afoxé da bahia desfilam cerca de 10.000 homens. O bloco foi criado em fevereiro de 1949, por estivadores portuários, e é inspirado nos princípios de paz e não-violência do líder indiano Mahatma Gandhi, o "i" do nome original foi trocado pelo "y", com a intenção de evitar represálias pelo uso do nome de uma importante figura do cenário mundial).

Filhos de Korin Efan - (71) 3242-8147
Ijexá da Bahia - (71) 3334-4466
Filhas d'Oxum - (71) 3266-1805
Filhas de Gandhy - (71) 3321-7073
Filhas de Naná - (71) 3234-0467
Filhas de Omolu - (71) 3285-3459
Filhos do Congo - (71) 3219-5944
Filhos Ogun de Ronda - (71) 9923-7949
Os Sacerdotes - (71) 3321-1548

Blocos Independentes

Pipoqueiros de toda a cidade, uni-vos!
Há, sim, opções para quem quer pular aqui e ali atrás dos trios, a custo zero.
Os trios independentes fazem a festa dos chamados "foliões pipocas" que brincam fora das cordas dos blocos. Os independentes não estão vinculados a nenhuma entidade carnavalesca e desfilam nos circuitos do Carnaval isoladamente, sem a utilização de cordas e seguranças. São programados pelos orgãos executores do Carnaval que estabelecem os dias, horários e locais para os desfiles, assim como as atrações artísticas.

Pipocão - (71) 3113-1504
Armandinho, Dodô e Osmar - (71) 3336-0311
Expresso 2222 - Circuito Barra-Ondina
Trio Independente Daniela Mercury - Circuito Barra-Ondina

Blocos Alternativos
Os blocos batizados como Alternativos ganharam esse nome porque desfilam em dias diferentes dos tradicionais (de quinta a sábado), e também pelo abadá mais barato. Criados em 1994, com a ampliação do circuito do Carnaval, seu público é basicamente composto por jovens - opção para quem quer badalar ao som das estrelas do Axé, por um preço mais em conta.



Nana Banana - (71) 3372-6000
Academicas/D + - (71) 3372-6000
Alô Inter - (71) 3372-6000
Cerveja & Cia - www.axemix.com.br
Cocobambu - (71) 3245-9166
Eu Vou - (71) 3342-6799
Nu Outro - (71) 3372-6000
Os Mascarados - (71) 3237-0066
Skol D+ - (71) 3372-6000
Timbalada - (71) 3355-0680
Trimix - www.axemix.com.br
Universitário - (71) 3341-0619
Yes Bahia Clube - (71) 2104-6060

Blocos de Carnaval de Salvador

As Muquiranas - (71) 3328-5820
Balada - (71) 3342-6799
Beijo - (71) 3372-6000/3372-6018
Bróder - (71) 3264-4309
Camaleão - (71) 3372-6000/3372-6018
Cheiro de Amor - (71) 2104-6060
Coruja - (71) 3281-0400
Crocodilo - (71) 3372-6000/3372-6018
Eva - (71) 3486-1000
Gula - (71) 3372-6000/3372-6018
Inter - (71) 3334-0692
Me Abraça - (71) 3245-9166
Me Ama - Rua Aracaju, 62 Sl. 06, Barra
Papa Léguas - (71) 2105-6523
Pinel - (71) 3342-6067
Tiete Vips - (71) 3328-6666
Voa Voa - (71) 3372-6000/3372-6018
Camarote Andante - (71) 3113-1504/3113-1500

Blocos de Índios
(Surgiram nos anos 60, inspirados nos índios americanos e influenciados pelos filmes do faroeste norte-americanos. Inicialmente desfilavam ao som de uma bateria de percussão e com seus componetes caracterizados por signos tribais. Passaram por um processo de reformulação, de modo que alguns deles já introduziram os trios elétricos e os abadás em seus desfiles).

Comanche do Pelô - (71) 3326-6418/3489-1435

Blocos Infantis
(Atendem aos pequenos foliões que também gostam da festa, mas precisam da atenção e cuidados especiais. Normalmente exigem o acompanhamento dos pais ou responsáveis em todo o percurso e desfilam pela manhã).

Algodão Doce - (71) 3207-2211
Happy - (71) 3341-6152/3535-3000

Blocos de Samba

Alerta Geral - (71) 3329-6949
Alvorada - (71) 3322-3684
Amor é Paixão - (71) 3321-5704
Pagode Total - (71) 3321-0405
Reduto do Samba - (71) 3321-4739