Serviços

Organizamos o roteiro desejado, providenciando:
Traslado até o local (ida e volta).
Informações sobre o local.
Levantamento de preços e horários disponíveis.
Tours fotográficos por ruas, prédios históricos, praias, cidades próximas, feiras e áreas de interesses.
Passeios individuais ou com grupos.
Envie-nos um e-mail e verifique a disponibilidade. waltsonraylan@globo.com




Mostrando postagens com marcador Elevador Lacerda. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Fotografando por Salvador


Pessoal,

Hoje estava procurando informações sobre tours fotográficos em Salvador, sou um amante desta arte que começou como um hobby e que aliado a viagens e passeios me trazem grande satisfação. Como não encontrei nenhum site com passeios regulares e tendo uma necessidade de eternizar alguns locais desta cidade, resolvi juntar essa paixão por fotografia  com o meu conhecimento que adquiri no curso de Guia de Turismo da Bahia, realizado pelo SENAC em 2008. Aproveitei o meu antigo Blog "Turismo em Salvador"(com informações e curiosidades da cidade e da Bahia) para divulgar esse novo serviço que passo a oferecer a pessoas que possuem o mesmo interesse.
Como estou reaproveitando o antigo Blog, irei atualizar muitas informações e postar algumas fotos que registrei desta cidade.
Peço aos interessados que me enviem um e-mail detalhando o interesse e o período de visita, irei montar um roteiro personalizado, de acordo com a sua necessidade.
Meus serviços incluirão: Tour fotográfico em Salvador e cidades próximas (Litoral Norte, Cachoeira, Cidades do Recôncavo, etc...).
Fico à disposição para maiores esclarecimentos de agendamentos, preços, ou qualquer outra informação que se faça necessário, no e-mail: waltsonraylan@globo.com

Obrigado e  bons clicks!






terça-feira, 31 de março de 2009

O que o Frommer's indica em Salvador.

Caminhe pelas várias ruas estreitas e largos do Pelourinho, conheça os diversos museus e igrejas do local, descanse em um dos vários bares que dispõem de mesinhas nas ruas, visite as lojinhas de souvenir e termine o passeio apreciando o belíssimo pôr-do-sol na Praça da Sé, aos pés do monumento da Cruz Caída.

O pôr-do-sol no Farol da Barra é outro programa imperdível. Passeie a pé pela praia do Farol e termine o programa apreciando a beleza da Baía de Todos os Santos e da Ilha de Itaparica no entardecer.

O Porto da Barra oferece o melhor banho de mar de Salvador. Águas limpas, mornas e absolutamente tranqüilas, destinadas a quem quer relaxar de verdade. Apesar de encontrar praia cheia nos finais de semana e feriados, o turista não deve deixar de incluir o Porto da Barra no roteiro.

Além de toda orla de Salvador, as praias de Pedra do Sal, Stella Maris e Aleluia oferecem momentos inesquecíveis para o turista. Afastadas do centro da cidade, as praias possuem excelente infra-estrutura de barracas de comida e bebida, piscinas naturais e tranqüilidade aos banhistas.

Quem gosta de caminhar para conhecer melhor o local que visita deve começar um dos passeios em Salvador pela Praça Municipal. De lá, tome o Elevador Lacerda em direção à Cidade Baixa e vá direto para o Mercado Modelo, onde existe o que há de melhor em termos de artesanato típico. Do Mercado, vá caminhando pela avenida Contorno até a Bahia Marina e aprecie a paisagem da Baia de Todos os Santos.










Tome um verdadeiro banho de história e cultura ao chegar no Solar do Unhão. Conheça cada detalhe do complexo arquitetônico que hoje abriga o Museu de Arte Moderna da Bahia, o Parque das Esculturas e um restaurante típico.

Conheça a magia da capoeira, do samba de roda, da dança e do folclore local, através do espetáculo apresentado diariamente (exceto domingos e terças-feiras) pelo Balé Folclórico da Bahia no Tetro Miguel Santana, no coração do Pelourinho. O espetáculo dura pouco mais de 45 minutos e é muito concorrido.

As terças-feiras na cidade de Salvador têm algo a mais. O já movimentado Pelourinho transforma-se num verdadeiro caldeirão cultural e musical e é palco da chamada “Terça da Benção”. Neste dia, a partir das 18 horas, acontece a missa na Igreja de São Francisco e a missa da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos – esta última, uma prova viva do sincretismo religioso presente na Bahia, com mistura do catolicismo e do candomblé. Quando chega a noite, o Pelourinho explode em música: o Olodum faz ensaio semanal numa quadra própria e o projeto Pelourinho Dia & Noite traz inúmeras apresentações nas praças e largos.



Visite a mais tradicional igreja da cidade, a Igreja do Bonfim, e aproveite para comprar as coloridas fitinhas para presentear os amigos. Se preferir, mande benzê-las na própria igreja e, ao amarrá-las no braço, não se esqueça de fazer três pedidos.

Experimente a mais famosa iguaria da rica culinária baiana, o acarajé. Em diversas esquinas da cidade, você vai encontrar uma baiana tipicamente trajada e com seu tabuleiro. Algumas das mais famosas quituteiras da cidade ficam localizadas no bairro boêmio e intelectual do Rio Vermelho, onde é muito bom curtir um final de tarde.

Selecionadas por Equipamentos Turísticos do Guia Frommer´s Salvador

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Palácio Rio Branco

Construído inicialmente de taipa e barro, serviu para abrigar, em 1549, o governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, e o centro de administração do reino de Portugal.
Chamado então de Casa do Governo, passou também a funcionar como quartel e prisão, esteve envolvido em motins populares, foi sede da República Baiana de 1937, hospedou figuras portuguesas ilustres, serviu de residência provisória a D. Pedro II e sofreu incêndios e bombardeios como o de 1912, que tornaram necessária a sua reconstrução.

Reinaugurado em 1919 – quando ganhou o nome de Palácio Rio Branco -, permaneceu como centro de decisões do Estado até 1979.
Durante os quatro anos seguintes, abrigou a administração da Prefeitura Municipal de Salvador e, posteriormente, a sede do órgão estadual de turismo.
Em 1983, o palácio estava totalmente degradado em função da falta de manutenção e, no ano seguinte, decide-se fazer uma restauração completa do prédio.
Hoje, abriga a Fundação Pedro Calmon, a Fundação Cultural do Estado da Bahia e o Memorial dos Governadores.
Neste último local, o visitante pode conhecer personagens que construíram a história republicana e visitar o salão de espelhos, cujo acesso é através de uma escadaria de ferro e cristal procedente da França, e ainda ver, na sala que evoca Pompéia, um Mural das Bacantes, o qual esteve durante muito tempo.

A história do Palácio Rio Branco só pode ser entendida a partir de um contexto histórico evolutivo que teve início em 1549, época da fundação da cidade do Salvador, com a chegada do primeiro Governador-Geral Thomé de Souza.
No mesmo local em que hoje se encontra o atual Palácio Rio Branco, foi construída a primeira Casa de Governo, em taipa e barro, para residência do 1º Governador-Geral, Thomé de Souza.
Mais tarde Mém de Sá mandou levantar uma torre de pedra e cal na parte posterior do imóvel para manter a guarda da Baía de Todos os Santos.
Em 1624, foi invadido pelos holandeses. Contam os historiadores que, no início de 1808, a família real portuguesa, quando se transferiu para o Brasil residiu na segunda Casa dos Governadores com Dona Maria I, seu filho regente, Dom João, mais tarde Dom João VI, e sua esposa Dona Carlota Joaquina e vários netos, entre os quais Dom Pedro, menino de nove anos, depois Imperador do Brasil.
Em 1826, Dom Pedro vem a Bahia e fica hospedado na Casa com toda a família e a corte, inclusive Dona Leopoldina, e a princesa Dona Maria da Glória.
Em 1859, foi residência provisória de D. Pedro II e sua mulher, a Imperatriz Tereza Cristina.
Com a proclamação da República, foi anunciada, em 16 de janeiro de 1890, uma concorrência para construir o novo “Paço”.
No dia 24 do corrente ano foram iniciados os trabalhos de reconstrução do palácio com orçamento de 150 contos.
Somente em 24 de fevereiro de 1900 é inaugurada a construção do novo prédio do palácio, com vários salões e salas em estilos renascentistas, como a Sala do Descobrimento, o Salão dos Governadores, Salão Luiz XV, Sala Luiz XIII, Salão Luiz XIV, Sala Assiriana, Bizantina, o Salão de Honra, pinturas de Lopes Rodrigues e melhoria na iluminação, passando o Palácio a contar com 800 bicos de gás.
Grandes festas se iniciaram desde então, como as comemorações do 4º centenário do descobrimento do Brasil.
Em 10 de janeiro 1912, Salvador sofreu um bombardeio que atingiu, entre outros prédios, o Palácio do Governo, tornando-se necessária a reconstrução de grande parte das suas instalações, em especial toda a face oeste, que foi destruída.
No dia 11 de janeiro, o Palácio das Mercês, que tinha sido transformado em residência oficial dos governadores em 1908, pelo governador Araújo Pinho, após o bombardeio do Palácio do Governo, passa a ser sede oficial do Governo do Estado.
Além da destruição provocada pelo bombardeio e o fogo, o prédio sofreu ainda mais pela invasão de pessoas que quebraram móveis e inutilizaram papéis.
Finalmente em 1919, é edificada a última construção sob a denominação de Palácio Rio Branco, com a reconstrução da parte bombardeada e demolição da fachada principal, sob projeto do arquiteto Júlio Conti, plano geral modificado por Arlindo Coelho Fragoso, direção de obras do engenheiro Luiz de Sá Adami e acompanhamento final do engenheiro e arquiteto Filinto Santoro (da Real Universidade de Nápoles - a cuja capacidade técnica e gosto artístico se deve, exclusivamente, todo o trabalho da parte interna do novo Palácio), sendo sua reinauguração em grande pompa no 15 de novembro, 30° ano de Proclamação da República.
Em 1949 o Palácio Rio Branco sofreu uma ampliação em função do crescimento da máquina administrativa.






O centro de decisões do Estado da Bahia permaneceu no Palácio Rio Branco até o ano de 1979, quando foi transferido para o recém-construído Centro Administrativo da Bahia. Durante os quatro anos seguintes abrigou a Prefeitura da Cidade do Salvador. Em 1986, após grande restauração recebe a Fundação Pedro Calmon – Centro de Memória da Bahia, que em janeiro de 2003, passa a ser FUNDAÇÃO PEDRO CALMON – CENTRO DE MEMÓRIA E ARQUIVO PÚBLICO DA BAHIAAo visitante é dada a oportunidade de ver e sentir o aspecto de nobreza do Palácio, que representa, sem dúvida, uma verdadeira obra de arte, onde cada peça, painel, piso, teto, exalta a beleza incomum que atesta uma rica história vivida através dos séculos.

Elevador Lacerda

Localização: entre a Cidade Baixa e a Cidade Alta, de frente para a Baía de Todos os Santos.
Imponente e reconhecido como um dos ícones mais importantes do turismo de Salvador, o famoso Elevador Lacerda é muito mais do que uma ligação entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa. Trata-se de um verdadeiro cartão postal com a generosidade de oferecer aos seus visitantes uma maravilhosa vista panorâmica da Baía de Todos os Santos.
É por isso, que além dos próprios baianos, não há turista que chegue à cidade e não tenha vontade de vê-lo de perto e registrar tudo em muitas fotos.
O equipamento foi criado pelo engenheiro baiano Antônio de Lacerda (1837-1885), idealizador da Companhia de Transportes Urbanos, primeira operadora de trens de Salvador.
Sua construção começou em outubro de 1896, com material trazido da Inglaterra, e foi concluída em 1873.
Os festejos de inauguração aconteceram de 8 de dezembro daquele mesmo ano, no mesmo dia das comemorações de Nossa Senhora da Conceição da Praia, por sinal. A idéia era que a construção do elevador interligasse também as duas linhas de bonde Calçada/Praça Cayru e Graça/Praça Municipal.
Funcionando através de um sistema completamente hidráulico, o monumento foi chamado de Elevador Hidráulico da Conceição, depois de Elevador do Parafuso.
Só em 21 de junho de 1896, por decisão do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IGHB), foi batizado com o nome do seu criador, sendo consagrado Elevador Antônio de Lacerda, e logo depois simplificado.



Em julho de 1906, o elevador precisou parar para ser submetido às obras de eletrificação.
O novo sistema foi inaugurado em janeiro do ano seguinte.
No ano de 1930, novas mudanças: as duas cabines originais que transportavam até 23 passageiros, foram substituídas por outras quatro novas com capacidade para 27 pessoas cada uma delas, aumentando assim o conforto para os usuários daquela época.
Também nessa época, já na propriedade da Companhia Linha Circular de Carris da Bahia, o Elevador Lacerda ganhou o seu atual estilo "artedecô”.A primeira revisão em toda estrutura arquitetônica do elevador ocorreu no começo dos anos 80. Já os equipamentos elétricos e eletrônicos passaram uma séria revisão em 1997.
Com 191 pés de altura (72 metros), o Elevador Lacerda foi erguido em duas torres.
A primeira que sai da rocha e perfura a Ladeira da Montanha, servindo para equilibrar as cabines. Enquanto que a segunda fica mais visível e se articula à primeira torre, descendo até o nível da Cidade Baixa.
Na década de 50, o Elevador passou a fazer parte do patrimônio da Prefeitura Municipal do Salvador e em setembro de 1997, na gestão do atual prefeito, Antônio Imbassahy, ganhou iluminação cênica, valorizando ainda mais sua beleza.
Antônio de Lacerda, filho de Antônio Francisco de Lacerda e D. Angélica Miquelina de Lacerda nasceu a 1º de outubro de 1834, na cidade do Salvador, sendo batizado na Matriz de São Pedro em 15 de novembro de 1834.
Aos nove anos de idade, em princípios de 1844, foi enviado para a Suíça; em Genebra, prosseguiu os estudos aqui iniciados.
Entre os seus mestres europeus figuraram grandes nomes daquele tempo, entre eles os de Raul Pictet, e Gaspar Mermillod, Bispo de Genebra.
Regressou da Europa em dezembro de 1850, com 16 anos. Mas já no ano seguinte, em novembro, seguia para os Estados Unidos, onde em Troy, no Condado de Rensselaer, no Estado de Nova York, freqüentaria uma escola para Engenheiros – o Rensselaer Politecnic Institute. Todavia não se pode provar que de fato tenha terminado o seu curso, pois nunca se intitulou Engenheiro.
Em 1856, com 22 anos incompletos, estava de volta à Bahia. E já em fevereiro de 1860 ingressava como Irmão na Santa Casa de Misericórdia.
Deverá ter-se casado antes de 1865, com Adéle Montobio, de nacionalidade Belga, filha do Engenheiro Camile Montobio, chegado a esta terra em agosto de 1849.
É também de se supor que, com a educação recebida no estrangeiro, tenha Antônio de Lacerda se tornado aficcionado das ciências naturais, e as tenha cultivado com certo entusiasmo, tendo sido seu nome citado em diários e relatórios de diversos cientistas e naturalistas que passaram pelo Brasil, naquele período.
Morava no Garcia, em casa que depois da morte de seu pai viria a lhe pertencer.
Tudo indica haver sido o auxiliar mais direto do seu pai. E tal era a confiança que ao mesmo inspirava, que no seu testamento, ditado a 16 de janeiro de 1872, Antônio Francisco de Lacerda, nomeou-o liquidante do seu estabelecimento comercial, “confiado na prudência, critério e zelo do meu filho”, e no conhecimento que ele tinha dos seus negócios.
Alias, desde 1869, iremos encontrar Antônio de Lacerda envolvido em transações comerciais.





Em janeiro daquele mesmo ano, quando da mudança da razão social da firma Ribeiro , Costa & Cia. para Gonçalves, Costa & Companhia, seria ele incluído, juntamente com o sogro, como sócios, na nova firma.
Na mesma época, irá aparecer como sócio comanditado da firma Antônio de Lacerda & Cia., sob a sua responsabilidade, a de seu pai e de mais 26 sócios.
Foi com tal firma, mais conhecida pelo nome de Companhia Transportes Urbanos, que iria Antônio de Lacerda consagrar-se para a prosperidade.
Inicialmente com a instalação das linhas de bondes puxados a burro, na parte alta da cidade, e finalmente com a construção e instalação do Elevador Hidráulico da Conceição.
No mesmo ano em que constituía a sua firma, já circulavam pela cidade outros bondes ligando outros bairros. Todavia, em dezembro daquele mesmo ano, os bondes de Lacerda já circulavam entre o Largo da Piedade e o da Vitória. Mas ele pretendia mais: ligar a Praça da Piedade à Praça do Palácio.
Mas, o seu maior sonho era a construção de um elevador que poria em comunicação os dois planos da cidade.
E antes mesmo de estarem em tráfego os seus bondes de burro, já iniciara a perfuração da rocha, ali por onde pretendia fazerem passar as cabinas da máquina, e a do túnel que ligaria a base da coluna por onde circulariam, à rua da Alfândega, na Cidade Baixa.
Deve ter sido, naquele tempo, uma obra de gigante. Tanto que foi considerada por muitos, utópica.
Ele mesmo diria, quando do 1º brinde levantado na festa que ofereceu, em sua residência, na noite de 8 de dezembro de 1873, “quando eu trabalhava com afinco em favor da idéia que concebera, muitos obstáculos se antepunham`a sua realização e entre eles a palavra autorizada de cidadãos importantes que conspiravam contra a empresa, considerando-a inexeqüível” E acrescentava que “teria talvez desanimado diante de tamanhas dificuldades que surgiam se não fora o apoio e o auxílio que encontrava sempre em meus generosos consórcios, os quais, longe de recearem a perda de seus capitais, me animavam a caminhar e a prosseguir”.
Segundo ainda declarou, na mesma ocasião, a obra foi realizada em “cinqüenta meses de trabalho, de obstáculos e de incerteza”.
Antônio de Lacerda morreu, aos cinqüenta e um anos, de enfermidade renal, a 2 de agosto de 1885.
Desaparecia assim um dos homens mais importantes do seu tempo, expressão legítima de uma época cujo dinamismo intenso reclamava e mesmo exigia homens do seu porte e ação.
No entanto, apesar de toda a sua obra, vai o seu nome sendo aos poucos esquecido. Louvado e enaltecido pelos seus contemporâneos, chegou a merecer poemas feitos em sua homenagem, publicados nos jornais dos fins do século passado. Todavia, quando da sua morte, pouco dele se falou.
Em 1896, entretanto, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, em sessão realizada a 21 de junho daquele ano, proporia ao então diretor da Companhia Transportes Urbanos, o Comendador José Gonçalves Martins, e ao Conselho Municipal, que se passasse a denominar Elevador Antônio de Lacerda o até então chamado Elevador da Conceição.
E, em 1930, quando da inauguração da nova torre em concreto, ligada à Praça Municipal por uma ponte suspensa sobre a Ladeira da Montanha, nova homenagem lhe foi prestada, com a colocação no corredor que dá acesso às cabinas de um medalhão em bronze com a sua efígie.